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sábado, 21 de junho de 2014

Convenção da Frente de Esquerda escolha Toninho do PSOL como candidato a governador e Ricardo Guillen, do PSTU, como vice

Foi oficializada neste sábado (21) a Frente de Esquerda em Brasília para as eleições de 2014. O professor Ricardo Guillen, do PSTU será candidato a vice-governador na chapa que tem Toninho como candidato a governador.  A convenção foi realizada pela manhã com a presença de militantes do PSOL, PSTU e PCB.

Antes, a militância se reuniu na sede do PSTU para formalizar as candidaturas do partido. O professor Robson é candidato ao senado. Mácia Teixeira, militante feminista, será candidata a deputada federal. O carteiro José Gonçalves, conhecido como Jacó, será candidato a deputado distrital.

Ricardo Guillen é professor e militante histórico da categoria. Foi do comando de negociação da greve dos professores em 2012 e fez parte da chapa de oposição à atual direção do sindicato nas últimas eleições.  “Nossas candidaturas serão a expressão da luta dos trabalhadores e das jornadas de junho”, disse Guillen na convenção.

domingo, 18 de maio de 2014

Mácia (PSTU-DF) saúda seminário de cultura do PSOL

▶ 5:28
Mácia Teixeira, pré-candidata a Deputada Distrital pelo PSTU-DF, saúda o seminário de cultura do PSOL- DF.
 
Para assistir o vídeo clique AQUI.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Carta do PSTU-DF aos Diretórios do PSOL-DF e do PCB-DF

Com base na compreensão da necessidade de unidade da esquerda socialista nas ruas, nas lutas e nas eleições, em agosto de 2013 PSTU, PSOL e PCB fizeram o lançamento da Frente de Esquerda no Distrito Federal. Neste momento, ficou acordado entre os partidos que realizaríamos, ainda no primeiro semestre de 2014, seminários para a elaboração de um programa de governo comum aos três partidos, com ampla convocação pública para a participação de todos e todas que queiram se somar na construção deste projeto. 

As mobilizações populares de junho de 2013 demonstraram a insatisfação popular com o modo como nosso país e nossa cidade têm sido governados. A população saiu às ruas para reivindicar serviços públicos de qualidade (saúde, educação, transporte público de qualidade, etc.) e demonstrou sua indignação com a corrupção e a impunidade generalizada dos governos, do Estado e do regime político, levantando em grande parte as mesmas bandeiras históricas pelas quais lutamos há décadas e afirmando em alto e bom som a necessidade de mudar este país e esta cidade. 

A relação de forças entre as classes foi alterada após um longo refluxo do movimento de massas e alinhou a conjuntura nacional com a conjuntura mundial que se abriu nos últimos anos, marcada pelos efeitos da maior crise econômica mundial do pós-guerra e a retomada das grandes mobilizações de massa numa escala como não se via há décadas. 

Este cenário nos coloca diante da responsabilidade histórica de apresentar uma alternativa unitária da esquerda socialista nestas eleições, após mais de dez anos de governos do PT em coalizão com a burguesia no país e o completo fracasso do governo do PT em aliança com grande parte da burguesia patrimonialista e corrupta que governou o Distrito Federal durante décadas. 

Nestes marcos, propomos a retomada de nossas reuniões, após o carnaval, visando fazer os acertos necessários para o lançamento da Frente de Esquerda no DF, encabeçada pela candidatura do companheiro Toninho ao governo, e a acordada realização dos seminários de nosso programa de governo.    

Brasília, 28 de fevereiro de 2014.

Direção Regional do PSTU-DF

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

PSTU Brasília participa do congresso estadual do PSOL


Rodrigo Dantas representando o PSTU fala ao congresso
regional do PSOL
No último domingo, dia 03 de novembro, o PSTU regional de Brasília, foi convidado a participar da primeira parte do Congresso Estadual do PSOL, que entre outras pautas, visava a decisão sobre o lançamento de Toninho à pré-candidatura ao Governo do Distrito Federal em 2014.

Representando o partido falou Rodrigo Dantas, professor de filosofia da UnB e militante do PSTU. Na sua intervenção, após uma pequena análise de conjuntura que trazia as modificações no cenário político nacional a partir das grandes mobilizações de junho e os desafios colocados para os partidos de esquerda do Brasil nas eleições de 2014, Rodrigo Dantas ressaltou a necessidade de construção de uma alternativa para os trabalhadores do Distrito Federal, independente política e financeiramente dos empresários e partidos de direita.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

PSTU rompe com frente em Belém e chama voto crítico em Edmilson Rodrigues (PSOL)



PSTU-Belém



Campanha de Edmilson veicula apoio de Lula na TV

• O PSTU anuncia sua ruptura com a Frente “Belém nas mãos do povo” em razão dos rumos políticos adotados pela direção do PSOL neste 2º turno na disputa da Prefeitura Municipal de Belém. Na capital paraense, foi composta uma frente eleitoral entre PSOL, PCdoB e PSTU, tendo Edmilson Rodrigues (PSOL) como candidato a prefeito. Essa frente foi montada com o objetivo de constituir uma alternativa eleitoral de esquerda para os trabalhadores da cidade, em base a um programa mínimo de enfrentamento com os setores da burguesia, de compromisso com os trabalhadores e o povo pobre e de independência de classe (política e financeira) em relação aos patrões e governos.

A coligação em torno da campanha do Edmilson polarizou a cidade e se concretizou em uma alternativa para todos os trabalhadores. Foi tão assim que, mesmo com um tempo de TV muito reduzido e inferior aos demais, Edmilson venceu o primeiro turno com 32% dos votos.

Macapá: PSOL se alia com DEM e partidos de direita e PSTU chama voto nulo


Leia abaixo a nota do PSTU sobre o 2º turno das eleições em Macapá (AP)


PSTU-AP


• Aproxima-se o segundo turno das eleições municipais em Macapá (AP). Eleições essas marcadas por um forte financiamento dos ricos aos seus candidatos, além, é claro, da assustadora rejeição ao governo estadual do PSB, transferida para sua candidata Cristina Almeida. Agora, na reta final, se enfrentam Clécio Luís (PSOL) e Roberto Góes (PDT), candidato à reeleição. As duas candidaturas não representam, porém, uma saída para os trabalhadores de Macapá.

O governo municipal do PDT foi marcado por grandes escândalos de corrupção. O PSOL, no entanto, que poderia representar o campo da esquerda resolveu estabelecer não apenas meras alianças com os partidos dos ricos, mas foi além. Resolveu compor governos com eles, como o governo municipal de Santana em que, como anunciado por Robson Rocha (PTB), o PSOL vai compor com o PTB e o DEM. Além, é claro, do governo estadual, que setores internos do PSOL já fazem parte.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Homens presos por planejar massacre na UnB ameaçaram PSTU

FRANKLIN RABELO DE MELO, DA JUVENTUDE DO PSTU-BRASÍLIA 



Na manhã da última quinta-feira, dia 22 de março, foram presos na capital paranaense Emerson Eduardo Rodrigues e Marcelo Valle Silveira Mello, administradores do site silviokoerich.org. O site recebeu cerca de 70 mil denúncias de “conteúdo abusivo” na página safernet.org, responsável por recolher reclamações de internautas relacionadas com abusos na rede. 

A página de Emerson Rodrigues e Marcelo Valle ficou famosa por incitar o ódio contra negros, judeus, homossexuais, mulheres e comunistas, além incentivar a pedofilia e o estupro corretivo a mulheres lésbicas, o que gerou repúdio e comoção dos internautas em todo o país. Os dois gabavam-se, dentre outras coisas, por terem uma suposta relação com o atirador Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre de Realengo, ocorrido em 2011 e que matou 12 crianças, de idade entre 12 e 14 anos.

Na penúltima postagem do site antes deste ser fechado, era possível ler a seguinte mensagem: “A cada dia que se passa fico mais ansioso, conto as balas, sonho com os gritos de vagabundas e esquerdistas chorando, implorando para viver. Vejo o sangue para tudo quanto é lado, manchando uma camiseta com o logotipo do PSOL/PSTU”.

A Polícia Federal tem provas que indicam que Emerson e Marcelo planejavam um massacre a estudantes da Universidade de Brasília, chegando a desenhar um mapa para a ação. Os dois contavam com apoiadores – no Twitter, sua conta possuía mais de 1.800 seguidores –, além de uma conta bancária com R$ 500.000 para financiá-los. Tudo leva a crer que Emerson e Marcelo não estão sozinhos.

Expressão de uma sociedade doente
Antes de tudo, é preciso ter claro que monstros como Emerson e Marcelo são o produto mais podre de uma sociedade doente, e o fato destes contarem com seguidores atesta que não se trata de casos isolados, mas sim de uma patologia social. A sociedade capitalista, ao reproduzir ideologias como o machismo, o racismo e a homofobia a fim de garantir a superexploração de certas camadas da classe trabalhadora, é a base para a existência de grupos neonazistas e ultrarreacionários que pregam o ódio contra as “minorias”. 

Os assassinatos de LGBT’s, o racismo disfarçado da grande mídia e a criminalização dos movimentos sociais pelos governos são elos de uma cadeia de opressão e exploração, que não começa e nem termina com o caso de Emerson e Marcelo. Muito pelo contrário. A mutilação do PLC 122 e do Estatuto da Igualdade Racial; a falta de investimentos em políticas concretas de combate ao machismo, como a Lei Maria da Penha; os ataques dos governos aos movimentos sociais, como no caso do Pinheirinho e das greves que ocorreram este ano: tudo isso contribui para que exista um sentimento de impunidade, que permite a ação de grupos e indivíduos como Emerson e Marcelo.

Omissão da justiça e da Reitoria da UnB colocaram estudantes em risco
Marcelo Valle não é um desconhecido da Universidade de Brasília. Já em 2005 incitava o ódio contra os negros nas redes sociais, criticando o sistema de cotas e afirmando que “lugar de negro não é na universidade”. Na ocasião, foi denunciado por um estudante no Ministério Público. Chegou a ser processado e condenado em 2009, mas recorreu da decisão e não chegou a passar uma noite na cadeia. Todavia, continuou ameaçando os estudantes da instituição através de telefonemas e e-mails. Luiza Oliveira, estudante de Ciências Sociais e ex-militante do PSTU, foi ameaçada dentre outras coisas de estupro corretivo. “Ele ameaçou me estuprar, me xingou. Guardei todas as postagens dele impressas” , afirma Luiza.

Por outro lado, o clima de insegurança dentro da UnB reforça o medo de estudantes, professores e funcionários. O campus Darcy Ribeiro, que é o maior entre os quatro campi da universidade, é muito mal iluminado, tem poucas linhas de ônibus – o que obriga os estudantes a andarem a pé até a via mais próxima, que fica a centenas de metros – além de não contar com um contingente de seguranças apropriado. Os poucos seguranças da universidade são patrimoniais, ou seja, são treinados para defender o patrimônio material da universidade, e não a vida das pessoas. Todo semestre ocorre pelo menos um estupro nas imediações do campus Darcy Ribeiro, e a presença da polícia militar na área não diminui o número de ocorrências.

Como se não bastasse, recentemente a Reitoria da UnB anunciou uma demissão em massa de trabalhadores terceirizados, afirmando que graças à expansão via Reuni a universidade estava sendo subfinanciada, e que era preciso “cortar gastos” demitindo esses trabalhadores. A Reitoria ignora os lucros exorbitantes das empresas terceirizadas, e ao invés de propor a redução desses lucros prefere mandar centenas de pais e mães de família para a rua. Entre os terceirizados, os porteiros serão as maiores vítimas das demissões. Em outras palavras: em um momento crítico de insegurança na UnB, é anunciada pela Reitoria a demissão de trabalhadores responsáveis pela segurança do campus.

Um militante do PSTU, que é trabalhador terceirizado, convive diariamente com ameaças de todos os tipos, como resposta a seu papel na organização e liderança da categoria. “Já fui agredido fisicamente e inclusive ameaçado de morte. A Reitoria tem conhecimento da situação, mas até agora não fez nada”, diz Francisco.

Combater as opressões, garantir a segurança da comunidade universitária!
O PSTU é um partido reconhecido nacionalmente pela luta contra toda forma de opressão, seja ela de gênero, raça, etnia, orientação sexual ou de classe. Orgulhamo-nos de levantarmos bem alto a bandeira de todos os oprimidos pela construção de uma sociedade igualitária, apesar de vivermos em uma época de clara degeneração moral. Não é a toa que todos os inimigos da classe trabalhadora e dos setores oprimidos da sociedade sempre buscam atacar nossa organização, como é o caso de Emerson Rodrigues e Marcelo Valle, que afirmaram o desejo de ver nossas camisetas “manchadas com sangue”. Longe de nos intimidarmos, continuaremos firmes na luta por um mundo livre da barbárie produzida pela sociedade capitalista, um mundo socialista.

Exigimos da Reitoria da UnB e dos poderes públicos medidas concretas de segurança para os estudantes da universidade. Seria ingenuidade pensar que Emerson Rodrigues e Marcelo Valle estão sozinhos, como atestam os comentários em seu blog e os R$ 500.000 achados em sua conta bancária. A prisão dos dois é um passo importante, mas de forma alguma garante a segurança da comunidade universitária da UnB. Exigimos a contratação de mais seguranças, maior iluminação no campus, ampliação das linhas de ônibus que passam na UnB e a não demissão dos trabalhadores da portaria.


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Militantes do PSOL são agredidos por petistas em Ceilândia (DF)

O PSTU-DF vem manifestar sua total solidariedade aos militantes do PSOL, covardemente agredidos por pessoas ligadas ao PT na Ceilândia (DF) no último sábado dia 26/11, quando realizavam panfletagem denunciando os indícios de envolvimento  do governador Agnelo em um esquema de desvio de verbas do Ministério dos Esportes.

Infelizmente, são cada vez mais frequentes os casos em que integrantes da CUT e do PT protagonizam agressões físicas contra ativistas, que não coadunam com a sua política de colaboração com a patronal e de submissão ao governo Dilma e demais governos estaduais. As ameaças, as agressões físicas e verbais, a calúnia e todo tipo de manobra burocrática são hoje parte do arsenal de práticas dessas organizações, que não respeitam mais a liberdade de organização e de expressão daqueles que se opõe ao projeto de governo neoliberal, que o PT e a CUT sustentam. 

É revoltante perceber que um partido, que cumpriu papel fundamental na luta contra a ditadura militar e pelo direito de livre organização dos trabalhadores, recorre as mesma práticas autoritárias e truculentas usadas por esse regime antidemocrático. Não são compatíveis com um projeto político de transformação da sociedade capitalista opressora, o método da ameaça e da agressão física para impedir qualquer tipo de opinião divergente. É fundamental para o movimento sindical e popular a garantia da mais ampla liberdade de organização e opinião, para que os trabalhadores possam desenvolver sua consciência e sua capacidade de mobilização, a fim de lutar contra a burguesia e seus lacaios. 

Exigimos imediatamente que a direção do PT-DF se manifeste sobre o ocorrido, pedindo desculpas publicamente pela agressão desferida contra os militantes do PSOL. Exigimos também que a direção do PT investigue os envolvidos e os puna exemplarmente, ou demonstrará indubitavelmente a sua anuência às agressões e ameaças sofridas pelos militantes do PSOL. 

PSTU-DF