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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

PSTU Brasília participa do congresso estadual do PSOL


Rodrigo Dantas representando o PSTU fala ao congresso
regional do PSOL
No último domingo, dia 03 de novembro, o PSTU regional de Brasília, foi convidado a participar da primeira parte do Congresso Estadual do PSOL, que entre outras pautas, visava a decisão sobre o lançamento de Toninho à pré-candidatura ao Governo do Distrito Federal em 2014.

Representando o partido falou Rodrigo Dantas, professor de filosofia da UnB e militante do PSTU. Na sua intervenção, após uma pequena análise de conjuntura que trazia as modificações no cenário político nacional a partir das grandes mobilizações de junho e os desafios colocados para os partidos de esquerda do Brasil nas eleições de 2014, Rodrigo Dantas ressaltou a necessidade de construção de uma alternativa para os trabalhadores do Distrito Federal, independente política e financeiramente dos empresários e partidos de direita.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Nova manifestação em Brasília mostra que movimento ainda tem fôlego


Militantes da ANEL empunharam desde cedo faixa do "Fora
Feliciano"
Cerca de 8 mil pessoas marcaram presença na Esplanada dos Ministérios desde à tarde de hoje (25/06). A nova manifestação em Brasília levou uma quantidade de pessoas menor que a última grande manifestação, na quinta-feira passada, mas o movimento mostra que ainda tem muito fôlego.

Após um marcha saída no início da tarde do Museu Nacional de Brasília, milhares pessoas se mantiveram aglomeradas em frente do Congresso Nacional, cantando palavras de ordem e empunhando faixas e cartazes. Após certo momento houve a repressão, a mais violenta desde o começo do movimento à duas semanas. Mais uma vez cerca das 10 da noite a polícia impôs o toque de recolher e expulsa todos com gás lacrimogênio e muita violência.

Apesar disto, a população não parece disposta a parar por hora com os protestos, mesmo que algumas reivindicações já tenham sido atendidas. Com novos atos e ações marcados pela internet e convocados pelos mais variados movimentos e pautas.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Trabalhadores e jovens se reúnem na Assembleia dos Povos do DF

Centenas de jovens e trabalhadores reunidos na Assembleia
(FOTO: Agência ANOTA)
Na tarde de domingo (23/06), centenas de trabalhadores e jovens ativistas dos movimentos sociais organizados e independentes se reuniram, na sob intenso sol na praça do Conjunto Cultural da República,  na Assembleia dos Povos, para organizar e pautar no Distrito Federal, as manifestações da jornada de luta porque vem passando o país nos últimos dias.

Sentados em frente a Biblioteca Nacional de Brasília, com a ajuda de um pequeno sistema de som, a plenária tentava coordenar as ideias apresentadas por grupos diversos como MST, Marcha das Vadias, Acorda Brasília, CSP-Conlutas, Anel, coletivo Juntos, PCB,  PSTU e centenas de independentes.

domingo, 23 de junho de 2013

Marcha das vadias e marcha do vinagre marcam o sábado em Brasília


Vários movimentos feministas participaram da
Marcha  das Vadias em Brasília
O sábado foi marcado por duas manifestações em Brasília. Nas ruas do centro da cidade três mil pessoas fizeram a marcha das vadias, que já estava marcada com antecedência. Próximo ao Congresso Nacional, um número parecido de pessoas fazia mais uma "marcha do vinagre", protestando contra a corrupção.

Além de diferentes demandas, a cara de cada um dos atos foi diferente. A marcha das vadias reunia a militância dos grupos de esquerda. Gente que já tem uma tradição de organização e luta. Como no mundo todo, a manifestação denunciou a cultura do estupro, que culpa a mulher que é violentada, e levantou as bandeiras históricas do movimento feminista. 

Os militantes do PSTU de Brasília estavam em meio à coluna dos ativistas do Movimento Mulheres em Luta- MML, movimento de combate às opressões filiada à CSP-Conlutas. Portando, faixas que faziam menção ao repúdio ao Projeto de Lei 427-Estatuto do Nascituro e exigindo a saída do deputado federal pastor Marcos Feliciano da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e retirada do PL de cura gay aprovada nesta comissão.

Marcha do Vinagre
Já a marcha do vinagre reuniu pessoas que estão começando agora a se organizar, em sua maioria jovens. Foi algo parecido com a grande manifestação de quinta: sem uma direção clara, sem uma reivindicação definida. Foi um protesto basicamente contra a corrupção.  

Foi uma pena as duas manifestações não terem se juntado. Seria um grande ato contra a opressão, pedindo o Fora Feliciano e a punição dos corruptos. Do lado da marcha do vinagre, o repúdio aos grupos organizados. Do lado da marcha das vadias, a influência da militância petista, que não queria desgastar o governo.  O gigante acordou, mas ainda usa fraldas. 

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sábado, 15 de junho de 2013

Manifestação em Brasília mostra indignação com os desmandos da organização da Copa

Hoje (15/06) Brasília se somou aos protestos que estão ocorrendo no país inteiro. Mais de 5 mil pessoas mostraram indignação com os gastos para a construção do Estádio Nacional de Brasília, onde foi feita a abertura da Copa das Confederações. O ato também foi em solidariedade às manifestações contra o aumento das passagens nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Goiânia.

Foi um balde de água fria na festa que o governo fez para justificar a gastança de mais de um bilhão de reais com um estádio que vai ser usado apenas na Copa das Confederações e na Copa do Mundo. A indignação chegou dentro do estádio, com milhares de pessoas vaiando à presidenta Dilma Rousseff, que sequer conseguiu fazer seu discurso.

A polícia, como sempre, reprimiu. Pessoas foram feridas por cassetetes e balas de borracha, muito spray de pimenta e bombas de gás lacrimogênio e efeito moral, com um saldo de 26 manifestantes feridos e 32 presos. A manifestação começou com a pessoas andando pacificamente no Eixo Monumental, principal via da cidade, chegando à entrada do estádio. Quando os manifestantes começam a se dispersar os policiais começaram a agir com violência.

Isto não tirou o ânimo dos trabalhadores e da juventude. O PSTU-DF repudia agressões da polícia na manifestação e no ato “Copa pra quem?”, acontecida no dia anterior, e se solidariza com manifestantes presos. Esta é a primeira de muitas manifestações aqui na cidade que vão denunciar a maneira como as obras da Copa das Confederações e do Mundo foram conduzidas e repúdio à repressão e à precariedade dos transportes públicos.

Povo reage

A manifestação mostra que o povo não vai ficar cego com a festa armada pela FIFA e pelo governo Dilma. Em todo o país a população tem se mostrado indignada com o aumento do preço dos alimentos, das passagens e com os gastos indecentes dos estádios da Copa do Mundo. A popularidade de Dilma já caiu 10% nos últimos dias.

O futebol é uma paixão nacional. Mas isto não é desculpa para que o governo gaste bilhões de reais em um evento que só dura alguns dias. Além disso, o ingresso é caro e a maioria absoluta do povo só tem condições de ver o jogo pela televisão, como se a Copa fosse em outro país.


Militantes do PSTU marcam presença

Em Brasília, assim como em todo o país, a militância do PSTU tem marcado presença nos recentes protestos. Somos um partido voltado para a organização e ação da classe trabalhadora e a juventude. O partido é formado por estudantes, bancários, professores, metalúrgicos e trabalhadores de outras categorias que defendem um mundo livre, igualitário e socialista.

Respeitamos aqueles que não têm uma opção partidária. Mas repudiamos aqueles que não respeitam o direito democrático de uma pessoa a pertencer a uma organização. Alguns presentes no ato do dia 15 em Brasília tiveram uma postura autoritária e não queriam deixar a militância do PSTU se manifestar. Esta postura só ajuda a polícia, o governo e a classe dominante, pois divide os lutadores.

O preconceito contra os partidos tem a sua justificação histórica, tanto pelo papel de aluguel das legendas burguesas, como pela nefasta atuação dos principais partidos da esquerda brasileira (PT e do PCdoB), que capitularam à democracia dos ricos e estão à frente dos governos (inclusive à 10 anos no governo federal com Lula e Dilma e agora no GDF com Agnelo), levando também às principais entidades do movimento social brasileiro (UNE, CUT, etc) à paralisia. Esse repúdio contudo não pode impedir os trabalhadores e juventude de se organizar para enfrentar a burocracia sindical e a burguesia, que age centralizada e internacionalmente com suas forças armadas e midiáticas. Para enfrentar esse inimigo poderoso é preciso organização à altura.

Temos orgulho de militarmos no PSTU. Temos orgulho de levantar nossa bandeira e mostrar que somos um partido que não se vendeu.  De um partido que defende as lutas cotidianas da classe trabalhadores e segue firme na luta nos sindicatos, movimentos contra opressões, entidades estudantis e populares. E também defende uma transformação radical na sociedade. Milhares de pessoas morreram no Brasil defendendo liberdades democráticas e poder levantar bandeiras. Por isto hoje não abrimos mão de defender nosso partido e nosso programa político.

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Atualizado em 17/06/2013 às 16h22

sábado, 26 de janeiro de 2013

CONSTRUIR UMA ALTERNATIVA AO GOVERNO AGNELO QUE GOVERNE O DF PARA OS TRABALHADORES!

Passados dois anos do governo Agnelo-Filipelli os compromissos de campanha são descumpridos e fica distante a perspectiva de dias melhores para a maioria da população do DF. Pouca coisa mudou na saúde, educação, segurança, transportes públicos e moradia populares. O povo continua a sofrer com os péssimos serviços públicos e a falta de infra-estrutura.

Os servidores públicos, policiais militares e bombeiros amargam o congelamento salarial, entram em greve para defender direitos e são reprimidos. A população carente que se organiza para reivindicar moradia é enrolada e reprimida. A luta do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto – MTST é um exemplo do descaso do governo: descumpriu os acordos firmados e não constrói as casas necessárias.

Agnelo virou as costas para a classe trabalhadora e destina a maior parte do orçamento para o enriquecimento dos empresários. No inicio do ano, sancionou a lei do IDEAS – Industrial, que concederá financiamento público para as empresas com taxa de juros de 1,2% ao ano, com parcelamento do pagamento em até 360 meses. É dinheiro do povo, a juros baixos, para os ricos, que terão 30 anos para pagar.

Avançam as Parceira Público Privadas - PPP, os projetos de terceirização e privatização. O contrato da coleta de lixo por 30 anos, através de PPP e as obras para a Copa de 2014 desviam bilhões de reais das necessidades do povo. Corremos o risco da privatização do metrô e do saneamento básico. Continua o processo de entrega das terras públicas para as empreiteiras e o contrato de oito milhões com a Jurong, assinado sem licitação, em Singapura, vai aumentar a especulação imobiliária. Ao invés de fortalecer a TCB avançando na estatização dos transportes públicos, entregou novamente para os empresários esse serviço através de licitações. 

É necessário dar um basta aos que governam para os empresários, necessitamos construir uma Frente de Esquerda que governe o DF para os trabalhadores.

Nós do PSTU fazemos um chamado a todos, aos companheiros do PSOL, do PCB, aos ativistas sindicais e dos movimentos sociais, para a constituição de uma Frente de Esquerda, sem participação de partidos e políticos burgueses e com total independência política e econômica dos patrões. Uma frente com candidaturas, programa e campanha democraticamente construída em plenárias que reúna os dispostos a lutar por um governo dos trabalhadores, que faça uma auditoria nas contas do GDF, rompa com a farra dos contratos superfaturados, pare a privatização e terceirização dos serviços públicos, o loteamento de cargos e verbas e os esquemas corruptores. Um governo de participação direta da população para fazer com que o orçamento público atenda às necessidades do povo.

A aliança com o PSB, PDT e PPS não é uma alternativa para a classe trabalhadora.

Vemos com preocupação as noticias de que estão em curso articulações em torno da composição de uma aliança do PSOL com o PDT, PSB, PPS e Marina Silva, para disputar o governo do DF em 2014. A aliança eleitoral com esses partidos não romperá com o círculo vicioso da velha política burguesa, privatista e corrupta. O PDT, PSB e PPS são partidos que integraram o governo corrupto de Arruda-Paulo Otávio, se aliaram ao PSDB, DEM, PMDB, PTB e PP. Em seguida participaram do governo Agnelo-Filipelli, que uniu o PT a segmentos do rorizismo, do arrudismo e ao empresariado. PDT, PSB e PPS são partidos burgueses que governam para os ricos, compostos por latifundiários, oligarquias, empresários, políticos carreiristas que fazem qualquer aliança para permanecerem no poder e lotear cargos e verbas públicas.

O PSB participou do governo Alckmin (PSDB) em São Paulo; nas últimas eleições apresentou como candidato à Prefeitura de São Paulo o empresário Paulo Skaff, presidente da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). O PDT ocupa há anos o Ministério do Trabalho, abriga os dirigentes da Força Sindical, central sindical aliada à patronal, criada no governo Collor; Cristovam Buarque (PDT) foi governador do DF e reprimiu as lutas dos servidores públicos, dos moradores da Estrutural e fez um pacto com Fernando Henrique Cardoso; o PPS tornou-se força auxiliar da oposição burguesa de direita, aliando-se ao PSDB e ao DEM e se movimenta para abrigar uma eventual candidatura de José Serra à Presidência.

O PDT e o PSB integram o governo Dilma e são coniventes com as políticas neoliberais que retiram direitos dos trabalhadores.

Marina assumiu o Ministério do Meio-Ambiente no governo Lula, aplicou o “Projeto de Gestão de Florestas Públicas” que loteou a Amazônia entre grandes grupos empresariais; seu candidato a vice-presidente é um dos homens mais ricos do mundo, proprietário da Natura e está na lista dos grandes sonegadores de impostos. Marina goza da confiança dos poderosos interesses que nos governam ao mesmo tempo em que provoca hoje o repúdio dos que, ao lado de Chico Mendes, dedicaram a vida contra a entrega das riquezas da Amazônia aos grupos econômicos cujos lucros são obtidos às custa da devastação ambiental.   

Convidamos a direção e os militantes do PSOL e do PCB para construirmos uma Frente de Esquerda, sem os partidos dos empresários e que governe o DF para os trabalhadores.

Direção Regional do PSTU-DF

Brasília, janeiro de 2013

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer, especial. A ousadia de usar a obra para construir a utopia


Niemeyer, gênio de Brasília e do MAC saí de cena
por ALMIR CEZAR, de Brasília (DF)

A notícia do dia (06/12) é o falecimento de Oscar Niemeyer. Sem dúvida nenhuma, um dos maiores gênios da arquitetura de todos os tempos. Um ser humano admirável, embora não desprovido de contradições, polêmicas e controvérsias, que não o faz menos genial. Apesar, da postura cretina de um colunista da Revista Veja, vinda justamente, porque Niemeyer incomodava. Mas, o mais importante, é saber que ele foi fundamental, e que não trabalhou sozinho, e pelo contrário, foi fundamental para nosso mundo porque reconheceu e atraiu pessoas especiais, e o fez justamente porque era especial. Era um sonhador que se pôs a por em prática seus sonhos.Coisas que, pelo contrário, fazem justamente que devamos celebrá-lo.

Incomodava. Era um idoso centenário que não abandonara as "utopias" do século XX, a defesa da luta por justiça social, o comunismo, a modernidade - um ultraje para os conservadores e reacionários. Em um mundo que não tolera a rebeldia, quanto muito a restringe apenas a juventude, soube expor que a vida era para ser celebrada, mesmo no fim e na velhice avançada, e que também se deveria viver para combater o que não era bom haver na vida. Incomodou também por ter militado partidariamente, coisa que nunca escondeu, em um mundo que exige, por um lado, que os artistas sejam "neutros", porém, por outro, que sucumbam aos apelos e ditames do mercado.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Boletim estadual - PSTU/DF - novembro 2012

Especiais:

"Violência explode no DF e mulheres são as principais vítimas"














"Transporte público no DF e Entorno: Novo modelo não vai acabar com o caos!"

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Violência explode no DF e mulheres são as principais vítimas

Apesar de ser um dos estados mais ricos do país e apresentar alguns dos melhores índices de desenvolvimento humano, o DF é o sétimo estado mais violento do país, segundo dados do Mapa da Violência, de 2010. Recentemente foi divulgado o crescimento no número de sequestros relâmpagos e de estupros em relação ao ano passado, este último tendo aumentado 31,4%.

As principais vítimas deste tipo de crime são as mulheres, e são vitimadas pela falta de investimentos em segurança pública, iluminação, precariedade no transporte público, que as faz ter que caminhar longos trajetos a noite ao voltar do trabalho ou local de estudo.

Outro aspecto da violência contra a mulher é a violência doméstica. Segundo o Mapa da violência – Homicídios de mulheres no Brasil, nos últimos 30 anos, a taxa de homicídios de mulheres dobrou, passando de 2,3 a cada 100 mil em 1980, para 4,6 a cada 100 mil em 2012. O Distrito Federal está em 8º lugar entre os estados que mais matam mulheres, com um índice de 5,8 homicídios a cada 100 mil mulheres, taxa acima da média nacional.

Recentemente, o jornal Correio Braziliense divulgou a situação das delegacias de atendimento à mulher no entorno do DF. Nesta região a situação é muito pior que na capital, as taxas de homicídio a cada 100 mil mulheres chegam a ser de 14,4; 10,8; e 8,8 em Formosa, Valparaíso e Águas Lindas, respectivamente. E ao ser vítima de violência, uma mulher que decida prestar queixa, vai encontrar Centros de Atendimento e Delegacias da Mulher desestruturados, com pilhas de processos parados por falta de funcionários, e policiais despreparados. Desta forma, ao não receber o atendimento necessário, voltará a ser vitimada, muitas vezes perderá sua vida.

Essa é a situação das mulheres do DF e do Entorno neste novembro de 2012, quando realizamos o Dia Nacional de Combate à Violência contra a Mulher. Este é o dia de protestarmos contra esta situação, e exigirmos do Governo Agnelo, e dos governos municipais do entorno a aplicação imediata de políticas de prevenção e de atendimento às mulheres vítimas de violência!
  • Exigimos delegacias estruturadas com policiais preparados para atender uma mulher que sofreu violência
  • Exigimos casas abrigo para as mulheres vítimas de violência doméstica que precisam sair de casa para garantir sua integridade física
  • Exigimos iluminação pública e segurança nas vias do DF e Entorno

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Novo modelo rodoviário do DF não acabará com o caos no transporte público.


Ônibus velho pega fogo na Rodoviária do Plano Piloto.
Eventos desse tipo são da realidade diária dos usuários
Há anos o DF enfrenta graves problemas no transporte público, que é de má qualidade e pouco eficiente. O caos no sistema de transporte é o resultado de muitos anos de abandono por parte dos governos de Roriz e Arruda, que organizaram todo o sistema de transporte para favorecer as três famílias (Canhedo, Amaral, Constantino) a mantarem o monopólio das linhas de ônibus, lucrando milhões de reais por ano. Atualmente, quase nenhuma das linhas em funcionamento foram licitadas, portanto são irregulares.

Em função de tanto descaso, os habitantes do DF e entorno sofrem diariamente para chegar ao trabalho, à escola, aos hospitais e depois voltarem para suas casas. Já estamos habituados a enfrentar a rotina de congestionamentos, acidentes, ônibus quebrados e lotados, problemas nos trens do metrô, etc. Isso não poderia ser diferente, tendo em vista que a grande maioria da frota de ônibus do DF tem mais de dez anos anos de uso (quando a lei permite o máximo de sete anos); e que as empresas usam de todo tipo de artifício para burlar a fiscalização e continuar mandado ônibus quebrados para as ruas (como mostram as denúncias recentes). Não é a toa que a população do DF e entorno tem promovido inúmeras revoltas contra a precariedade do transporte público.

A licitação promovida pelo GDF vai acabar com o caos no transporte?
O governo Agnelo está promovendo uma licitação que vai reorganizar e regularizar as linhas de ônibus do DF. Esse processo ainda não foi concluído e a previsão é que o novo modelo entre em vigor em maio de 2013. Pelo novo modelo não haverá aumento da quantidade de ônibus em circulação, mas uma reestruturação das linhas que serão reduzidas de mil para quinhentas. Além do mais, o novo modelo pretende instalar um modelo de integração, que ainda não está definido como ocorrerá. Na primeira parte da licitação, três das nove empresas concorrentes foram habilitadas a participar da licitação, mas ainda cabe recurso e é possível que as outras seis empresas sejam habilitadas. A seleção das empresas será pelo critério de quem oferece a menor tarifa.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

PSTU participa da Parada do Orgulho LGBT de Brasília

Neste domingo, 23/09, à tarde aconteceu a Parada do Orgulho LGBT de 2012 de Brasília, que percorreu o Eixão Sul até o Museu Nacional, passando pela Rodoviária do Plano Piloto. Distribuindo panfletos, portando bandeiras do partido e faixas com palavras-de-ordem, as militantes e os militantes do PSTU, LGBTs e heterossexuais, denunciaram que a homofobia mata e exigiam a aprovação imediata do Projeto de Lei 122 em seu conteúdo original, se transformando em um dos destaques da parada.

Houve também a denúncia dos políticos homofóbicos, e de seu discurso eleitoralista de defesa pública da não criminalização da homofobia, enquanto preservação da liberdade de religião e credo, e com isso, atacam o projeto de lei 122, conseguindo até agora mutilar o texto, ao ponto de tornar-se inócuo. Por isso que o PSTU defende sua versão original, entendendo que o direito à liberdade de religião e credo não pode ser álibi para intolerância, ignorância e discurso de ódio, seja contra os LGBTTs, ou mesmo, negros, mulheres ou fiéis de outras crenças e ateus. Por sua vez, o PSTU defende o caráter laico do Estado, preservando sua independência total perante as lideranças religiosas e os dogmas.

O PSTU também criticou o discurso de conciliação e adaptação do movimento e lideranças LGBTT ao governos, que vem aumentando nos últimos anos, especialmente após o governo Lula, sem, contudo, que houvesse redução da violência e episódios de homofobia e implantação de políticas públicas consequentes para esse segmento. Como também, a adesão do movimento à lógica de mercado, apoiando o chamado "mercado pink" ou "mercado GLS", que na verdade, está a procura de lucros, e não de luta por direitos, especialmente os/as LGBTTs trabalhadores e pobres.

O PSTU defende que a luta contra a homofobia e por direitos aos LGBTTs se unifique com todas as lutas contra opressão, seja ela, o machismo, o racismo, a intolerância religiosa, a xenofobia, etc, e se alie a luta contra a exploração capitalista, verdadeiro motor para preservação e ampliação das opressões.

Veja mais fotos do PSTU na Parada:

domingo, 23 de setembro de 2012

Parada do Orgulho LGBTTT de Brasília - "Nesta Parada Celebre o Orgulho de Combater a Homofobia!"

Panfleto do PSTU/DF à Parada LGBTTT de Brasília de 2012 - domingo, 23 de setembro - Eixão Sul

Nesta Parada Celebre o Orgulho de Combater a Homofobia!
A criminalização da homofobia tem que ser de verdade! 

  • Pela aprovação original do PLC 122 !
  • Ampliação da Lei Maria da Penha
  • Revogação do veto do kit "Escola sem Homofobia"
  • Assistência integral às vítimas de violência e investigação e punição para todos os responsáveis de crimes homofóbicos