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domingo, 18 de maio de 2014

Mácia (PSTU-DF) saúda seminário de cultura do PSOL

▶ 5:28
Mácia Teixeira, pré-candidata a Deputada Distrital pelo PSTU-DF, saúda o seminário de cultura do PSOL- DF.
 
Para assistir o vídeo clique AQUI.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Opinião Socialista: encarte especial sobre o 8 de Março

Já está nas ruas a edição 456 do jornal Opinião Socialista. Neste número, um encarte especial sobre o 8 de Março e a luta das mulheres abre uma série sobre o tema.

Veja ainda:

- Renúncia do Papa e a crise no Vaticano

- Marina Silva e o seu novo partido

- Renan Calheiros: Ele voltou

- Dois anos depois, a revolução continua no mundo árabe

- Janis Joplin: Ícone do rock faria 70 anos

E muito mais! Adquira com o militante do PSTU mais perto de você!

quarta-feira, 6 de março de 2013

A teoria como ferramenta contra o machismo: livros da Editor Sundermann


A Editora José Luiz e Rosa Sundermann lança promoção de livros clássicos do Marxismo no mês do Dia Internacional das Mulheres que tratam da situação da mulher e da luta socialista contra o machismo.



Conheça a Editora Sundermann e a sua linha editorial.
Entre no site: www.editorasundermann.com.br

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer, especial. A ousadia de usar a obra para construir a utopia


Niemeyer, gênio de Brasília e do MAC saí de cena
por ALMIR CEZAR, de Brasília (DF)

A notícia do dia (06/12) é o falecimento de Oscar Niemeyer. Sem dúvida nenhuma, um dos maiores gênios da arquitetura de todos os tempos. Um ser humano admirável, embora não desprovido de contradições, polêmicas e controvérsias, que não o faz menos genial. Apesar, da postura cretina de um colunista da Revista Veja, vinda justamente, porque Niemeyer incomodava. Mas, o mais importante, é saber que ele foi fundamental, e que não trabalhou sozinho, e pelo contrário, foi fundamental para nosso mundo porque reconheceu e atraiu pessoas especiais, e o fez justamente porque era especial. Era um sonhador que se pôs a por em prática seus sonhos.Coisas que, pelo contrário, fazem justamente que devamos celebrá-lo.

Incomodava. Era um idoso centenário que não abandonara as "utopias" do século XX, a defesa da luta por justiça social, o comunismo, a modernidade - um ultraje para os conservadores e reacionários. Em um mundo que não tolera a rebeldia, quanto muito a restringe apenas a juventude, soube expor que a vida era para ser celebrada, mesmo no fim e na velhice avançada, e que também se deveria viver para combater o que não era bom haver na vida. Incomodou também por ter militado partidariamente, coisa que nunca escondeu, em um mundo que exige, por um lado, que os artistas sejam "neutros", porém, por outro, que sucumbam aos apelos e ditames do mercado.

sábado, 25 de setembro de 2010