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domingo, 24 de agosto de 2014

Mácia Teixeira, PSTU-DF se posiciona sobre o 'ranking de beleza' das candidatadas

▶ 2:43
Para Mácia Teixeira, do PSTU/DF, o artigo publicado no site da UOL, juntamente como referido 'ranking de beleza' das candidatas às eleições 2014, reproduz e naturaliza o machismo.

 Clique AQUI para assistir o vídeo.

domingo, 18 de maio de 2014

Mácia (PSTU-DF) saúda seminário de cultura do PSOL

▶ 5:28
Mácia Teixeira, pré-candidata a Deputada Distrital pelo PSTU-DF, saúda o seminário de cultura do PSOL- DF.
 
Para assistir o vídeo clique AQUI.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Cordel "Mulheres em Luta" de Nando Poeta, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Leitura do Cordel "Mulheres em Luta" de Nando Poeta
Narração: Mácia Teixeira

http://www.youtube.com/watch?v=SSw7qYJmEi8


Mulheres em movimento
não aceitam exploração.
Reivindicam seu direitos,
combatem toda a opressão.
Entendem que a saída é a mobilização.

Em busca de seu espaço
ergueram sua bandeira,
pra votar e ser votada
de ser, da família, herdeira.
Ir à escola e ao trabalho,
na política ter carreira.

Para obter as conquistas
travou-se muita batalha.
Por vezes verteu-se sangue
pelo corte da navalha.
Mas a sua força ativa
derrubou muita muralha.

É rotina social
ver-se mulher espancada.
Nos cômodos de sua casa
há sempre uma estuprada.
E em seu próprio trabalho
tem mulher assediada.

A luta de outrora segue
por emprego e moradia,
creche, saúde e salário;
Respeito no dia a dia.
Legalizar o aborto
e acabar com a covardia.

Incluindo as mulheres
em um plano libertário,
além de ser tão urgente,
certamente é necessário.
É o caminho mais seguro
para um mundo igualitário!


Nando Poeta
08 de março de 2012

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Ativista da Revolução Síria dá um giro no Brasil e é entrevistada pelo Portal do PSTU

http://pstu.org.br/internacional_materia.asp?id=14646&ida=0

Mais uma entrevista com a militante da Revolução Síria. Nesta entrevista, Sara conta como aderiu à revolução e qual é a sua participação na resistência. Também fala sobre o forte sentimento anti-imperialista do povo sírio.

Nos dias 27 e 28 de novembro Sarah estará em Brasília.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

1º Congresso da ANEL, Junho de 2011

1º Congresso da Assembleia Nacional dos Estudantes-Livre entre 23, 24, 25 e 26 de Junho de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

CSP-Conlutas convoca protesto contra a visita de Obama no Brasil

Atos acontecem no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília


www.pstu.org.br




• Ao mesmo tempo em que a Embaixada norte-americana e o governo brasileiro preparam o palanque para a recepção de Barack Obama no país, sindicatos e movimentos sociais preparam uma outra recepção ao presidente. A CSP-Conlutas está convocando protestos no Rio contra a vinda de Obama e o imperialismo norte-americano.


A convocação para a organização de atos públicos contra o presidente norte-americano foi aprovada por unanimidade durante a reunião ampliada da Executiva nacional da entidade, realizada nesse dia 15. Estiveram presentes na reunião, além de sindicatos, oposições e movimentos que compõem a CSP-Conlutas, partidos como o PSOL e o PSTU e entidades como o Jubileu Sul.


Foram aprovados dois atos públicos, um para a próxima sexta-feira, dia 18, às 16h na Candelária e outro para domingo, no Largo do Machado, durante o discurso de Obama.


Por que protestar contra Obama?


As manifestações vão denunciar os interesses do imperialismo norte-americano sobre o petróleo do Pré-Sal, e os acordos que serão assinados com o governo Dilma para entregar o recurso aos EUA. Também serão denunciados os planos de livre comércio entre Brasil e os EUA, que pretendem retomar a ideia da Alca.


Os manifestantes também vão exigir que os EUA não invadam a Líbia e que parem de intervir contra a revolução árabe. Vão ainda protestar contra a ocupação ianque do Iraque e do Afeganistão, assim como exigir a retirada das tropas brasileiras do Haiti, que estão lá a serviço das multinacionais norte-americanas.


Nesta quarta, dia 16, vai ocorrer uma plenária para ampliar as forças envolvidas no protesto, assim como organizar a manifestação. A plenária ocorre às 18h na sede do Sindipetro-RJ.


Outros estados


Além do Rio, outras cidades terão protestos contra o imperialismo. Em São Paulo, a manifestação será na sexta-feira, 18, na Praça do Ciclista, cruzamento da Avenida Paulista e Rua da Consolação.

Em Belo Horizonte, é o PSTU quem está organizando a manifestação. Além de protestar contra a presença do presidente norte-americano, os companheiros vão defender as revoluções no mundo árabe e exigir a queda do ditador Kadafi na Líbia. O ato será na Praça Sete, a partir das 16h.


Ao chegar ao Brasil, Obama participa de atividades em Brasília. Ativistas estão chamando na internet um protesto na Esplanada dos Ministérios, no sábado, às 10h.


*Com informações da CSP-Conlutas-RJ


SERVIÇO:

Rio de Janeiro


17/3, quinta-feira, 18h


Plenária de organização do ato


Local: SINDJUSTIÇA (Travessa do Paço, 23, 13º andar






18/3, sexta-feira, 16h


Ato público na Candelária






20/3, domingo, 10h


Ato público no Largo do Machado




São Paulo


18/3, sexta-feira, 17h


Protesto na Praça do Ciclista


(Cruzamento da Avenida Paulista e Rua da Consolação)



Belo Horizonte


18/3, sexta-feira, 16h


Ato público na Praça Sete


Brasília


19/3, sábado, 9h


Manifestação na Esplanada dos Ministérios


Baixe o Cartaz OBAMA GO HOME

quarta-feira, 9 de março de 2011

Crise na Líbia divide espaço com sátira à política nacional no Pacotão

Correio Braziliense - Ciência e Saúde - Crise na Líbia divide espaço com sátira à política nacional no Pacotão

Crise na Líbia divide espaço com sátira à política nacional no Pacotão




Diversas faixas citavam o presidente da Líbia, Muammar Khadafi, que enfrenta uma guerra civil em seu país

A sátira à política nacional dividiu espaço com temas internacionais no Pacotão deste ano. A crise política no Oriente Médio e no norte da África não passou despercebida no bloco mais tradicional da capital federal, que hoje (8/3) fez o segundo desfile no carnaval de 2011.

Diversas faixas citavam o presidente da Líbia, Muammar Khadafi, que enfrenta uma guerra civil em seu país. Os dizeres seguiam a irreverência tradicional do bloco. “Khadafi não leva mais a Líbia na lábia”, citava uma faixa.

Até o boneco do Charles Preto, presença tradicional no Pacotão, carregava um lenço árabe. “Quero passar a mensagem de que a democracia é mais importante que tudo”, disse o bancário Arimateia Lima, 57 anos, que carregava o boneco num jipe.

O boneco do Charles Preto fazia referência ao diretor do Departamento de Turismo do Distrito Federal durante a ditadura militar, Carlos Black Pereira. Em 1978, quando o Pacotão foi fundado, ele ameaçou impedir o desfile. Em homenagem a Carlos Black, os criadores do bloco criaram o boneco e o nomearam presidente vitalício e simbólico do Pacotão.



Com muita criatividade e irreverência os políticos do DF envolvidos em escândalos não foram esquecidos pelos foliões

Apesar dos temas internacionais, a política nacional continuou a ter destaque no Pacotão. Nem escândalos recentes foram deixados de lado. Diversas faixas faziam menção à deputada federal Jaqueline Roriz (PMN), flagrada num vídeo obtendo recursos ilegais para a campanha eleitoral de 2006.

“Jaque, cadê meu dinheiro? Você viajou? Me liga, mulher”, dizia uma faixa. Outra foliã comparava a deputada ao pai, o ex-governador Joaquim Roriz. “Tal pai, tal filha”, criticava a faixa.

O governo da presidenta Dilma Rousseff também foi satirizado. “Dilminha tesourão, tesourão chegou cortando tudo”, mencionava uma faixa, referindo-se ao corte de R$ 50 bilhões no Orçamento deste ano. A eleição de celebridades para o Congresso Nacional não ficou de fora. “Tiririca, Popó e Romário: Tropa de Elite 3 na Câmara dos Deputados”, citava outra faixa.

Mais uma vez, o corretor de seguros Jafé Tôrres, 70 anos, desfilou vestido como o ex-presidente e atual senador Itamar Franco. Uma placa pendurada no pescoço justificava a volta de Itamar ao cenário político nacional: “Dilminha, abra o olho. Estou aqui de novo”.

No Dia Internacional da Mulher, elas foram homenageadas. Ao longo do percurso, o locutor do trio elétrico dedicava o desfile às mulheres. De acordo com a Polícia Militar, cerca de 2 mil pessoas acompanhavam o Pacotão no início da W3 Sul, uma das principais avenidas de Brasília. A tendência é o público aumentar até as 22h, quando acaba a festa.

Apesar do público maior que nos últimos anos, o clima era de segurança. Até a chegada na 504 Sul, às 20h14, a Polícia Militar não tinha registrado incidentes. Depois, em 10 minutos, a PM vistoriou a W3 para retirar os últimos foliões e liberou o trânsito. “Aqui, a diversão é para a família toda”, disse a costureira Leilian Alves, 45 anos, que há 22 anos desfila no bloco com a filha e, mais recentemente, com as duas netas.

Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Palestra sobre o Egito em SP - 17/02/11

Protestos na Líbia pedem o fim da ditadura Kadafi

A ditadura líbia de Muamar Kadafi, há 42 anos no poder, pode ser o próximo regime a cair no mundo árabe. Há seis dias, intensos protestos foram registrados em todo o país contra o ditador. A reação do governo foi extremamente sanguinária. Organizações dos direitos humanos estimam entre 230 a 400 o número de pessoas mortas pelas forças de repressão pró-regime.




Os protestos contra Kadafi ganharam força na semana passada, quando um ativista e advogado dos direitos humanos foi preso. Na quinta-feira o leste do país foi tomado por uma "dia de fúria", em homenagem a uma manifestação realizada em Bengasi em 2006, na qual cerca de uma dúzia de pessoas foi morta. O exército atirou nos manifestantes provocando inúmeras mortes. Localizada na região leste da Líbia, Bengasi é a segunda cidade do país e o epicentro das atuais manifestações.



No dia seguinte, houve novos protestos durantes os funerais da vítima do dia anterior. Mais uma vez, as forças militares leais a Kadafi despejaram suas balas sobre a população. Imagens dos protestos gravados pelos próprios manifestantes mostram grupos armados perseguindo pessoas que vão caindo depois de serem atingidas pelas balas.



O banho de sangue provocou mais fúria da população. Ao longo do final de semana, tumultos violentos se espalharam por todo o país. A revolta chegou a Musratha, terceira cidade do país, e o mais importante: chegou a capital Trípoli nesta última segunda-feira – considerada um reduto do regime. Inicialmente os manifestantes estavam reivindicando reformas e o fim da corrupção. Contudo, reivindicam agora o fim do regime e a saída de Kadafi.



Apesar da sangrenta repressão do governo, as manifestações não param de crescer. Por outro lado, a ditadura deu sinais de que vai endurecer a repressão. À TV estatal do país, o filho do ditador Seif al-Islam Kadafi disse que seu pai vai lutar até que "último homem esteja de pé" e que o exército vai garantir a segurança da nação a qualquer custo. A provocação de Seif al-Islam Kadafi provocou ainda mais ódio entre as massas.



No entanto, há sinais evidentes de elementos de crise no interior do exército e do regime. Há informações de que soldados do exército passaram a apoiar os manifestantes. Em Bengasi, há informações de que manifestantes se apoderaram de veículos militares, inclusive tanques e grandes quantidades de armas e munições do exército. No entanto, o regime ainda conta com um forte aparato repressivo. Há dezenas de milícias armadas que são lideradas por parente ou gente de confiança de Kadafi.



Por outro lado, diplomatas e membros do governo líbio também estão abandonando o barco. O embaixador líbio na Índia, Ali Al-Issawi, deixou o cargo em resposta à violência do governo. O embaixador da Líbia junto à Liga Árabe, Abdel Moneim al-Honi, disse que está se unindo à revolução. O embaixador líbio na China também renunciou. O ministro da Justiça líbio, Mustafa Abdeljalil, também se demitiu nesta segunda-feira em protestos a sangrenta situação do país.



Em Trípoli, a sede central do governo líbio e o prédio que abriga o Ministério da Justiça foram queimados, segundo a rede de TV Al Jazira. O prédio é o local onde o Congresso Geral do Povo, ou Parlamento, se reúne.



Um jornalista da Al Jazira sugere que regime se deteriora a cada momento. "Praticamente não há forças da ordem. Não se sabe onde foram. Esta situação favorece os rumores alarmantes", afirmou o jornalista Nezar Ahmed da Al Jazira sobre a situação da capital. O jornalista disse que há apenas um cordão policial em torno da sede da rede de televisão estatal Libya TV. Ele também mencionou uma possível fuga de Kadafi do país.

sábado, 25 de setembro de 2010