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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Jovens e trabalhadores do DF e Entorno participam de curso de formação em Formosa


No final de semana de 25 e 26 de julho ocorreu em Formosa (GO), cidade do Entorno do DF, o Curso/Acampanhamento "O que é o Marxismo", organizado pelo PSTU do DF.  35 jovens e trabalhadoras/es, de várias partes do DF e entorno, se dispuseram a passar o final de semana em um riquíssimo espaço de formação política, integração, alegria, amizade, além, é claro, de muita indignação, anti-capitalismo e socialismo. Um sucesso! 

Os jovens e trabalhadores saíram desse curso, não completamente formados no que seja o método marxista de análise da realidade - e nem era essa a proposta, dado o tamanho e complexidade desse tema, que o esgotasse em apenas um final de semana. Mas saíram mais fortalecidos na certeza de que um outro mundo é não só desejável como possível e que essa mudança será fruto da ação revolucionária da classe oprimida e explorada organizada. 

quarta-feira, 6 de março de 2013

A teoria como ferramenta contra o machismo: livros da Editor Sundermann


A Editora José Luiz e Rosa Sundermann lança promoção de livros clássicos do Marxismo no mês do Dia Internacional das Mulheres que tratam da situação da mulher e da luta socialista contra o machismo.



Conheça a Editora Sundermann e a sua linha editorial.
Entre no site: www.editorasundermann.com.br

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer, especial. A ousadia de usar a obra para construir a utopia


Niemeyer, gênio de Brasília e do MAC saí de cena
por ALMIR CEZAR, de Brasília (DF)

A notícia do dia (06/12) é o falecimento de Oscar Niemeyer. Sem dúvida nenhuma, um dos maiores gênios da arquitetura de todos os tempos. Um ser humano admirável, embora não desprovido de contradições, polêmicas e controvérsias, que não o faz menos genial. Apesar, da postura cretina de um colunista da Revista Veja, vinda justamente, porque Niemeyer incomodava. Mas, o mais importante, é saber que ele foi fundamental, e que não trabalhou sozinho, e pelo contrário, foi fundamental para nosso mundo porque reconheceu e atraiu pessoas especiais, e o fez justamente porque era especial. Era um sonhador que se pôs a por em prática seus sonhos.Coisas que, pelo contrário, fazem justamente que devamos celebrá-lo.

Incomodava. Era um idoso centenário que não abandonara as "utopias" do século XX, a defesa da luta por justiça social, o comunismo, a modernidade - um ultraje para os conservadores e reacionários. Em um mundo que não tolera a rebeldia, quanto muito a restringe apenas a juventude, soube expor que a vida era para ser celebrada, mesmo no fim e na velhice avançada, e que também se deveria viver para combater o que não era bom haver na vida. Incomodou também por ter militado partidariamente, coisa que nunca escondeu, em um mundo que exige, por um lado, que os artistas sejam "neutros", porém, por outro, que sucumbam aos apelos e ditames do mercado.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Pequena biblioteca marxista digital

 
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 Karl Marx e Friedrich Engels

Karl Marx e Friedrich Engels

Publicado em 1848, pouco antes da poderosa vaga revolucionária que varre o continente europeu, o Manifesto do Partido Comunista, escrito por Marx e Engels, serviu como a nova plataforma político e teórico da Liga dos Comunistas – organização secreta que possuía uma rede de ativistas em diversos pontos da Europa. O texto que disponibilizamos aqui, em pdf, da Editora José Luís e Rosa Sundermann, reúne prefácios das diversas edições e o texto de Leon Trostky, nos 90 anos do Manifesto.
PDF - 193kb  doc - 93kb

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Viva Zumbi, Viva João Cândido - Viva a Revolta da Chibata

João Cândido lê decreto de anistia dos revoltosos
Novembro não é o mês das celebrações da Consciência Negra apenas pelo dia de Zumbi dos Palmares, mas também porque rememora-se um dos mais importantes movimentos rebeldes antissistema ocorridos no Brasil, que combinou raça e classe, a Revolta da Chibata. Liderada pelo marinheiro João Cândido, referência do levante popular dos marinheiros negros ocorrido em 22 de novembro de 1910, no Rio de Janeiro.

Mas os marinheiros que fizeram história foram apagados do passado do Brasil, por serem negros. É importante lembrar que esses trabalhadores negros e pobres incluíam em suas reivindicações outras várias da classe trabalhadora em geral, num cenário em que as elites criminalizavam as lutas proletárias, que estavam começando na formação dos sindicatos de base operária.

João Cândido Felisberto, o marinheiro conhecido como "Almirante Negro" pela sua formidável campanha estratégica na condução da rebelião dos marinheiros, ficou imortalizado como o marinheiro da menor patente que derrotou a Marinha em vários episódios da Revolta da Chibata. João Cândido teve a oportunidade de participar de cursos em outros países e de presenciar a organização operária e dos marinheiros que fizeram a primeira greve naval na revolução russa (1908). Essas experiências internacionais lhe deram destaque na liderança da revolta popular.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

(Dia da Consciência Negra) Viva Zumbi dos Palmares!

O 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra - A comemoração do 20 de Novembro como Dia Nacional da Consciência Negra surgiu na segunda metade dos anos 1970, no contexto das lutas dos movimentos negro e dos trabalhadores e dos movimentos populares contra o racismo.

Apesar de hoje as instituições parlamentares, escolares, entre outras, lembrarem, comemorarem e até festejarem a memória do líder Zumbi dos Palmares, nem sempre foi assim. A data foi resultado de muita luta e organização do movimento negro, desde as décadas de 70. Só em 2005, quando foi realizada a marcha dos 300 anos da morte de Zumbi, o antigo líder negro começou a receber algum destaque e o 20 de Novembro passou a ser comemorado.

Zumbi dos Palmares - O dia homenageia Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência negra no Brasil, morto em uma emboscada em 1695, após sucessivos ataques ao Quilombo de Palmares, em Alagoas. E desde 1997, Zumbi faz parte do Livro dos heróis brasileiros.

O feriado de Zumbi dos Palmares visa rememorar que não foi nenhum branco à frente do Estado que libertou as negras e os negros do Brasil, como celebra a historiografia oficial, com a assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1888. Mas sim, três séculos de resistência, que nos legaram Zumbi e o Quilombo dos Palmares, como também a própria Campanha Abolicionista ao longo de toda a década de 1880, com figuras de lideranças negras como José do Patrocínio e Luís Gama. A data também é para celebrar a identidade, o orgulho e a consciente de ser negro, de sua situação, legado e lutas, apesar da negligência estatal e da oposição das elites.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Pequeno plano de leitura para formação marxista

Marx, Engels, Lenin e Trotsky

TÍTULO | AUTOR | CONCEITOS TRABALHADOS

1. Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels)
  • Classes sociais e luta de classes
  • Comunismo e Capitalismo
  • História do movimento operário
2. As Revoluções do Século XX (Nahuel Moreno)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

85 anos da expulsão de León Trótski do Partido Comunista Soviético


12 de novembro: 85 anos da expulsão de León Trótski do Partido Comunista Soviético (1927).

Sua expulsão do partido, e posterior prisão, como de todos os trotskistas e membros da Oposição de Esquerda, de certa maneira, marca o início do fim da revolução socialista, e o começo da ditadura stalinista na URSS.

Para nunca esquecer a infâmia stalinista! 
Em memória de Trótski e dos trotskistas e da Oposição de Esquerda soviética!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

7 de novembro, 95 anos da Revolução Russa


1o. governo dos sovietes marcha triunfante em Moscou.
Lênin a frente
Hoje, 7 de novembro (no calendário gregoriano), celebra-se o aniversário da Revolução Russa de 1917, completando-se 95 anos da primeira revolução proletária socialista vitoriosa.

Toda uma geração de políticos, sindicalistas, intelectuais e ativistas sociais, sob a batuta de Lênin, Trótski e entre outros revolucionários, lideraram o proletariado pan-russo a derrotar a burguesia, a tomar o poder e assegurar pão, paz e terra para todos.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Lançamento do livro "Um Reformismo Quase sem Reformas" em Brasília


 
A editora José Luis e Rosa Sundermann realiza em Brasília o lançamento do livro Um Reformismo Quase sem Reformas: Uma critica marxista do governo Lula em defesa da revolução brasileira na sexta-feira dia 30 de março, na Sebinho Livraria Café e Bistrô, a partir das 18h30, com a presença do autor Valério Arcary.

O mais novo livro de Valério Arcary possui dez ensaios que foram escritos em diferentes momentos e oportunidades ao longo dos dois governos de Lula. Remetem, apesar de explorarem ângulos distintos, a um tema comum: uma análise crítica do significado do governo Lula desde um ponto de vista revolucionário e internacionalista, ou seja, marxista. O fio condutor de todos os artigos é a compreensão do governo Lula como um governo de conciliação de classes, a serviço do grande capital nacional e internacional. Ao abordar diferentes aspectos da vida econômica, política e social do país ao longo dos últimos oito anos, Arcary demonstra como as pequenas modificações reformistas introduzidas por Lula tiveram, na verdade, como único objetivo a manutenção da propriedade privada e da ordem capitalista.

A Livraria Sebinho se encontra na Asa Norte, SCLN 406 Bloco C, loja 44, em frente à UnB.

Visite o Site da EditoraSundermann!

domingo, 22 de agosto de 2010

Aos 70 anos do assassinato de Leon Trotsky

Henrique Canary de São Paulo (SP) - Jornal Opinião Socialista

• Liev Davidovich Bronstein nasceu no dia 26 de outubro de 1879 (mesmo dia em que, 38 anos depois, seria vitoriosa a insurreição de Outubro) no vilarejo ucraniano de Yanovka, Império Russo. Judeu, filho de camponeses médios, aderiu ao marxismo aos 19 anos, passando a reunir os operários da região em uma organização político-sindical ligada à social-democracia da época e denominada “União Operária do Sul da Rússia”.


Trotsky (pseudônimo emprestado de seu carcereiro em 1902) passou por três longos exílios fora da Rússia (1902-1905, 1907-1917 e 1927-1940), mas também participou de três revoluções (1905, Fevereiro de 1917 e Outubro de 1917). Foi por duas vezes presidente do Soviete de Petrogrado (1905 e 1917). Trabalhou como correspondente em duas guerras: nos Balcãs em 1910 e durante a 1ª Guerra Mundial em 1914. Membro do Comitê Militar Revolucionário durante a insurreição de Outubro de 1917, dirigiu os operativos que levaram os bolcheviques ao poder. Depois da vitória da insurreição, assumiu o Comissariado do Povo para Assuntos Estrangeiros e esteve à frente das negociações sobre a paz com a Alemanha em Brest-Litovsky em 1918.