]
Mostrando postagens com marcador movimento popular. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador movimento popular. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Marcha Nacional contra o genocídio-etnocídio e despejo dos povos Guarani-Kaiowá!

PSTU Brasília convida todas e todos do Distrito Federal a participar:

Marcha Nacional contra o genocídio-etnocídio e despejo dos povos Guarani-Kaiowá!

Em Brasília, 9 de novembro às 17h.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

PSTU participa de marcha de Brasília em defesa dos Guarani-Kaiowás


(atualizado às 19h14)

O país inteiro tem acompanhado o drama dos índios Guarani–Kaiowá. PSTU do Distrito Federal participa do primeiro ato em Brasília em defesa do reconhecimento das terras dos Guarani-Kaiowás. A luta contra o despejo da aldeia Pyelito Kue e pela demarcação das terras indígenas ganhou as redes sociais e a solidariedade dos movimentos sociais tem fortalecido a resistência indígena, em um país que tem cometido um verdadeiro genocídio.. 

O ato de Brasília - Com rostos pintados, estudantes de escolas e universidades de Brasília, trabalhadores e ativistas do movimento social da capital federal se reuniram com representantes de movimentos populares e indígenas de vários estados, como São Paulo e Mato Grosso, para manifestar o apoio ao povo Guarani Kaiowá que luta há décadas para conseguir a posse da terra em que vive em Mato Grosso do Sul.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

PSTU participa da Parada do Orgulho LGBT de Brasília

Neste domingo, 23/09, à tarde aconteceu a Parada do Orgulho LGBT de 2012 de Brasília, que percorreu o Eixão Sul até o Museu Nacional, passando pela Rodoviária do Plano Piloto. Distribuindo panfletos, portando bandeiras do partido e faixas com palavras-de-ordem, as militantes e os militantes do PSTU, LGBTs e heterossexuais, denunciaram que a homofobia mata e exigiam a aprovação imediata do Projeto de Lei 122 em seu conteúdo original, se transformando em um dos destaques da parada.

Houve também a denúncia dos políticos homofóbicos, e de seu discurso eleitoralista de defesa pública da não criminalização da homofobia, enquanto preservação da liberdade de religião e credo, e com isso, atacam o projeto de lei 122, conseguindo até agora mutilar o texto, ao ponto de tornar-se inócuo. Por isso que o PSTU defende sua versão original, entendendo que o direito à liberdade de religião e credo não pode ser álibi para intolerância, ignorância e discurso de ódio, seja contra os LGBTTs, ou mesmo, negros, mulheres ou fiéis de outras crenças e ateus. Por sua vez, o PSTU defende o caráter laico do Estado, preservando sua independência total perante as lideranças religiosas e os dogmas.

O PSTU também criticou o discurso de conciliação e adaptação do movimento e lideranças LGBTT ao governos, que vem aumentando nos últimos anos, especialmente após o governo Lula, sem, contudo, que houvesse redução da violência e episódios de homofobia e implantação de políticas públicas consequentes para esse segmento. Como também, a adesão do movimento à lógica de mercado, apoiando o chamado "mercado pink" ou "mercado GLS", que na verdade, está a procura de lucros, e não de luta por direitos, especialmente os/as LGBTTs trabalhadores e pobres.

O PSTU defende que a luta contra a homofobia e por direitos aos LGBTTs se unifique com todas as lutas contra opressão, seja ela, o machismo, o racismo, a intolerância religiosa, a xenofobia, etc, e se alie a luta contra a exploração capitalista, verdadeiro motor para preservação e ampliação das opressões.

Veja mais fotos do PSTU na Parada:

quarta-feira, 2 de março de 2011

Evento discute impacto da copa no mundo no DF

Dia 12 de março, às 14:00 horas, participe do Seminário:


Copa 2014:



O Direito à Cidade e o Impacto dos
Megaeventos nas comunidades do DF

Mesa de Abertura:

José Cruz - jornalista esportivo, que mantém blog no UOL

Carlos Vainer - Professor de Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Rural da UFRJ

Gilda Carvalho - Procuradora dos Direitos do Cidadão

Tânia Battella - Arquiteta

Representante do MST (moderador)


Local: FENASPS - CONIC (Ao lado do Venancio V)

Organização: Comitê Popular da Copa no DF

terça-feira, 20 de julho de 2010

Cerca de 200 manifestantes do Movimento dos Sem Teto invadem Ministério das Cidades

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/20/cidades,i=203465/CERCA+DE+200+MANIFESTANTES+DO+MOVIMENTO+DOS+SEM+TETO+INVADEM+MINISTERIO+DAS+CIDADES.shtml


Publicação: 20/07/2010 16:28 Atualização: 20/07/2010 16:59
Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) invadiram, na tarde desta terça-feira (20/7), o Ministério das Cidades, localizado no Setor de Autarquias Sul (SAS), quadra 1. Cerca de 200 pessoas, entre crianças e idosos, estão desde as 15h20 no auditório do ministério.

Depois de invadirem o local, os manifestantes foram impedidos de continuar no ministério, mas eles resistiram e permaneceram. Minutos depois foram convidados a aguardar no auditório para desobstruir a entrada do prédio.

Por volta das 16h15 teve início uma reunião entre seis líderes do MTST, o secretário de Programa Urbanos, Celso Carvalho e a secretária de Habitação, Inês Magalhães. Juntos, eles devem decidir o destino provisório dos manifestantes.

Policiais militares estão no Ministério das Cidades para controlar a manifestação. Não houve registros de brigas ou confusões durantes a invasão.

Destino
Pela manhã houve uma reunião com representantes do MTST e da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Ficou estabelecido que as famílias que estavam no acampamento montado, na última sexta-feira (16/7), em um terreno de aproximadamente 100 mil m², na quadra 55 de Brazlândia, serão inscritas em programas para receber moradias. O cadastro será feito na próxima semana.

O coordenador da liderança do movimento, Guilherme Catro, disse que a medida não será suficiente para que os protestos terminem. "Nós queremos a definição dos lugares em que as famílias permanecerão enquanto não saírem as moradias definitivas. Enquanto não tivermos uma certeza, não vamos parar de lutar", disse Guilherme.

Agentes da Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e da Subsecretaria de Defesa do Solo e da Água (Sudesa) retiraram às 8h, de hoje, todas as lonas que estavam montadas em Brazlândia. Aproximadamente 300 famílias foram para a Praça da Bíblia, na quadra 38 da Vila São José, próxima a Brazlândia e outras se dirigiram para a casa de parentes.

Entenda o caso
Integrantes do MTST ocuparam a recepção da sede da Terracap por volta de 10h de segunda (19/7), reivindicando que uma operação da Polícia Militar, para a retirada de um acampamento em Brazlândia, fosse suspensa.

Os manifestantes que ocuparam a recepção da sede da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) na segunda-feira (19/7), foram retirados do local por volta de 10h desta terça (20/7). Alguns deles ainda permanecem do lado de fora da Terracap.