quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Todo Apoio à Greve dos Rodoviários do DF!
Os trabalhadores rodoviários do DF estão em greve desde a segunda-feira dia 20 de junho, por sua campanha salarial. Reivindicam reajuste de 20%, manutenção da jornada de 6 horas, e outros benefícios do acordo coletivo anterior.
O PSTU vem demonstrar todo o seu apoio à luta dos companheiros rodoviários, que estão entre os trabalhadores mais mal pagos do DF, e que o trabalho é tão importante para o cotidiano da cidade.
As empresas de ônibus vêm agora com um pedido ao governo distrital de aumento das tarifas, alegando que só assim é possível atender as reivindicações dos trabalhadores rodoviários. Esta é apenas uma manobra dos empresários, para conseguir com esta greve aumentar ainda mais seus lucros, e colocar a população contra a greve.
Os empresários do transporte público no DF estão entre os mais ricos e mais poderosos. Tudo isso às custas do péssimo serviço que prestam à população, com ônibus velhos, que demoram cerca de 40 a 50 minutos para passar, e quando passam estão lotados, além de ser uma das passagens mais caras do país. Os astronômicos lucros também são por causa dos baixos salários e péssimas condições de trabalho oferecidas aos trabalhadores.
Agora os estudantes ainda estão sofrendo um duro ataque ao direito ao Passe Livre. Os empresários estão fazendo de tudo para limitá-lo ainda mais. Hoje, o estudante só tem direito a uma passagem, mesmo que precise pegar dois ônibus para ir para a aula. E agora querem reduzir ainda mais, limitando pela renda familiar o direito ao passe livre.
Nós, do PSTU queremos trazer a discussão sobre o transporte no DF para o centro de nossa campanha eleitoral e de nosso programa para o DF. A população tem o direito a ter um serviço de qualidade, com um preço justo.
Para isso, é preciso que o serviço de transporte público não esteja a serviço dos lucros dos empresários. Apenas com um transporte estatal, a passagem poderá ser oferecida pelo preço de custo, os trabalhadores poderão ter um salário melhor e melhores condições de trabalho. Assim os estudantes e os desempregados poderão ter passe livre ilimitado.
Todo apoio à greve dos rodoviários!
Por melhores salários e condições de trabalho aos rodoviários!
Por um transporte público a preço de custo e de qualidade!
Rodrigo Dantas, pré-candidato a Governador do DF pelo PSTU
O PSTU vem demonstrar todo o seu apoio à luta dos companheiros rodoviários, que estão entre os trabalhadores mais mal pagos do DF, e que o trabalho é tão importante para o cotidiano da cidade.
As empresas de ônibus vêm agora com um pedido ao governo distrital de aumento das tarifas, alegando que só assim é possível atender as reivindicações dos trabalhadores rodoviários. Esta é apenas uma manobra dos empresários, para conseguir com esta greve aumentar ainda mais seus lucros, e colocar a população contra a greve.
Os empresários do transporte público no DF estão entre os mais ricos e mais poderosos. Tudo isso às custas do péssimo serviço que prestam à população, com ônibus velhos, que demoram cerca de 40 a 50 minutos para passar, e quando passam estão lotados, além de ser uma das passagens mais caras do país. Os astronômicos lucros também são por causa dos baixos salários e péssimas condições de trabalho oferecidas aos trabalhadores.
Agora os estudantes ainda estão sofrendo um duro ataque ao direito ao Passe Livre. Os empresários estão fazendo de tudo para limitá-lo ainda mais. Hoje, o estudante só tem direito a uma passagem, mesmo que precise pegar dois ônibus para ir para a aula. E agora querem reduzir ainda mais, limitando pela renda familiar o direito ao passe livre.
Nós, do PSTU queremos trazer a discussão sobre o transporte no DF para o centro de nossa campanha eleitoral e de nosso programa para o DF. A população tem o direito a ter um serviço de qualidade, com um preço justo.
Para isso, é preciso que o serviço de transporte público não esteja a serviço dos lucros dos empresários. Apenas com um transporte estatal, a passagem poderá ser oferecida pelo preço de custo, os trabalhadores poderão ter um salário melhor e melhores condições de trabalho. Assim os estudantes e os desempregados poderão ter passe livre ilimitado.
Todo apoio à greve dos rodoviários!
Por melhores salários e condições de trabalho aos rodoviários!
Por um transporte público a preço de custo e de qualidade!
Rodrigo Dantas, pré-candidato a Governador do DF pelo PSTU
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Seja Gildo na Internet

Troque sua imagem nas redes sociais e comunicadores pela imagem de Gildo Rocha, para protestar contra a impunidade
Gildo da Silva Rocha foi assassinado por policiais a paisana há 10 anos, em uma atividade de greve. Nesta terça, estava marcado o julgamento de um dos policiais envolvidos (o outro morreu em um acidente), que já havia confessado ter feito disparos naquela noite. Um ato foi realizado na porta do Fórum de Ceilândia, mas o julgamento foi adiado, por conta de um jurado e deve ser realizado apenas no final de julho.
Diante disso, o PSTU, partido do qual Gildo era militante, convida os ativistas de outros estados a formar uma corrente na internet nesta semana, trocando as fotos do orkut, facebook, MSN, Flickr, e demais espaços da internet. Durante esta semana, seremos todos um só, seremos todos Gildo!
Julgamento dos assassinos de Gildo Rocha dia 29/06
www.pstu.org.br
Foram dez anos de espera, de angústia que pareciam estar perto do fim, com o julgamento do policial civil Arnulfo Alves Pereira, nesta terça-feira, dia 8. No entanto, para decepção e revolta de militantes e parentes, o julgamento foi adiado no início da manhã, logo após o seu início.
A promotoria pediu o adiamento por causa de um dos jurados, que trabalha na SLU (Serviço de Limpeza Urbana) do governo do Distrito Federal, onde Gildo trabalhava. Por conhecer Gildo, obviamente, não poderia ter sido listado para fazer parte do júri. Novos jurados serão escolhidos e outro julgamento está marcado para o dia 29 de julho.
A servidora pública Gleicimar Souza Rocha, 40, viúva de Gildo, parecia não acreditar. “Ele trabalha lá há mais de vinte anos. Claro que conhecia o Gildo, me conhece também. Claro que não poderia estar entre os jurados”. Depois, ela perguntou ao jurado porque ele não avisou que conhecia Gildo. “Ele me disse que não sabia que o julgamento era o do Gildo”, afirmou.
Gleicimar conta que, nas últimas semanas, desde que o julgamento foi marcado, “só se fala nisso dentro da SLU. Todos os que conheciam Gildo querem um desfecho pro caso”. Muitos dos amigos de Gildo compareceram ao Fórum, para pressionar contra a impunidade. Eles participavam de um ato na entrada, com faixas, cartazes e camisas, exigindo justiça. Parentes de Gildo também viajaram, para acompanhar o julgamento. “Três irmãos de Gildo vieram de Aracaju esperando que a Justiça fosse feita”, conta Gleicimar.
O protesto na entrada reuniu cerca de 50 militantes do PSTU, sindicalistas do Distrito Federal. Eles foram impedidos de entrar com camisas exigindo justiça. Até mesmo a esposa de Gildo foi impedida. “Estava com uma camisa com uma foto do Gildo e me disseram que não poderia entrar daquele jeito”, conta.
Intimidação
Os manifestantes não puderam entrar com camisas, mas os policiais civis que foram até o julgamento exibiram armas e distintivos. Muitos teriam entrado armados no plenário e fizeram questão de que todos soubessem disso. “Eu estava lá na entrada e um policial que chegava perguntou ‘Pode entrar armado aqui? Porque eu tô armado’. Isso olhando pra mim”, contou Gleicimar. Ela reclama ainda que foi colocada em uma antesala, junto com testemunhas de acusação, tendo de ficar ao lado de policiais, no dia do julgamento.
Cerca de 20 policiais civis acompanharam o julgamento lá dentro exibindo seus distintivos. A tentativa de pressão fez com que até um promotor se manifestasse em plenário. “Há uma exibição de distintivo aqui hoje. Mas nada vai intimidar o Ministério Público.” O promotor lembrou que cabe ao Ministério investiga crimes de policiais e que isso vai continuar ocorrendo. Ao final, um promotor pediu que o próximo julgamento ocorresse em outro fórum, no plano piloto, e não no de Ceilândia.
Do lado de fora, o clima de intimidação era ainda maior, com ameaças. “Nós vamos matar todo mundo”, chegou a dizer um policial. Eles exibiam armas e intimidavam os manifestantes. “Em um momento, todos sacaram seus celulares e passaram a nos fotografar”, conta um dos manifestantes. “Entravam com pente de bala na meia”, conta.
REVOLTA E LUTA
A notícia do adiamento foi um banho de água fria. “Eu não entendi nada. Vi eles rindo do outro lado, comemorando. Aí percebi. Mas não podia fazer nada. Não podia chorar, porque não quero mostrar fraqueza nesse momento, não mostrei até agora. E nem podia protestar. Minha vontade foi de gritar, xingar”, conta Gleicimar. Mas ela garante que isso não impedirá de seguir buscando justiça. “Só vai adiar o meu sofrimento, mas não vai conseguir fazer com que eu desista. Meu sonho é ver ele preso”, afirma.
Ricardo Guilen, do PSTU de Brasília, conta que agora, com o adiamento, o partido deve intensificar a campanha contra a impunidade. “Estamos convidando todos os ativistas,, movimentos de Direitos Humanos, Sindicatos, todos, para nos unirmos nessa campanha, até o julgamento de 29 de julho. Não podemos permitir que esse crime do governo Roriz fique impune”, afirmou. Na internet, militantes do PSTU de outros estados começaram uma campanha, trocando suas fotos pela de Gildo. Eles devem manter essas fotos durante toda a semana.
Foram dez anos de espera, de angústia que pareciam estar perto do fim, com o julgamento do policial civil Arnulfo Alves Pereira, nesta terça-feira, dia 8. No entanto, para decepção e revolta de militantes e parentes, o julgamento foi adiado no início da manhã, logo após o seu início.
A promotoria pediu o adiamento por causa de um dos jurados, que trabalha na SLU (Serviço de Limpeza Urbana) do governo do Distrito Federal, onde Gildo trabalhava. Por conhecer Gildo, obviamente, não poderia ter sido listado para fazer parte do júri. Novos jurados serão escolhidos e outro julgamento está marcado para o dia 29 de julho.
A servidora pública Gleicimar Souza Rocha, 40, viúva de Gildo, parecia não acreditar. “Ele trabalha lá há mais de vinte anos. Claro que conhecia o Gildo, me conhece também. Claro que não poderia estar entre os jurados”. Depois, ela perguntou ao jurado porque ele não avisou que conhecia Gildo. “Ele me disse que não sabia que o julgamento era o do Gildo”, afirmou.
Gleicimar conta que, nas últimas semanas, desde que o julgamento foi marcado, “só se fala nisso dentro da SLU. Todos os que conheciam Gildo querem um desfecho pro caso”. Muitos dos amigos de Gildo compareceram ao Fórum, para pressionar contra a impunidade. Eles participavam de um ato na entrada, com faixas, cartazes e camisas, exigindo justiça. Parentes de Gildo também viajaram, para acompanhar o julgamento. “Três irmãos de Gildo vieram de Aracaju esperando que a Justiça fosse feita”, conta Gleicimar.
O protesto na entrada reuniu cerca de 50 militantes do PSTU, sindicalistas do Distrito Federal. Eles foram impedidos de entrar com camisas exigindo justiça. Até mesmo a esposa de Gildo foi impedida. “Estava com uma camisa com uma foto do Gildo e me disseram que não poderia entrar daquele jeito”, conta.
Intimidação
Os manifestantes não puderam entrar com camisas, mas os policiais civis que foram até o julgamento exibiram armas e distintivos. Muitos teriam entrado armados no plenário e fizeram questão de que todos soubessem disso. “Eu estava lá na entrada e um policial que chegava perguntou ‘Pode entrar armado aqui? Porque eu tô armado’. Isso olhando pra mim”, contou Gleicimar. Ela reclama ainda que foi colocada em uma antesala, junto com testemunhas de acusação, tendo de ficar ao lado de policiais, no dia do julgamento.
Cerca de 20 policiais civis acompanharam o julgamento lá dentro exibindo seus distintivos. A tentativa de pressão fez com que até um promotor se manifestasse em plenário. “Há uma exibição de distintivo aqui hoje. Mas nada vai intimidar o Ministério Público.” O promotor lembrou que cabe ao Ministério investiga crimes de policiais e que isso vai continuar ocorrendo. Ao final, um promotor pediu que o próximo julgamento ocorresse em outro fórum, no plano piloto, e não no de Ceilândia.
Do lado de fora, o clima de intimidação era ainda maior, com ameaças. “Nós vamos matar todo mundo”, chegou a dizer um policial. Eles exibiam armas e intimidavam os manifestantes. “Em um momento, todos sacaram seus celulares e passaram a nos fotografar”, conta um dos manifestantes. “Entravam com pente de bala na meia”, conta.
REVOLTA E LUTA
A notícia do adiamento foi um banho de água fria. “Eu não entendi nada. Vi eles rindo do outro lado, comemorando. Aí percebi. Mas não podia fazer nada. Não podia chorar, porque não quero mostrar fraqueza nesse momento, não mostrei até agora. E nem podia protestar. Minha vontade foi de gritar, xingar”, conta Gleicimar. Mas ela garante que isso não impedirá de seguir buscando justiça. “Só vai adiar o meu sofrimento, mas não vai conseguir fazer com que eu desista. Meu sonho é ver ele preso”, afirma.
Ricardo Guilen, do PSTU de Brasília, conta que agora, com o adiamento, o partido deve intensificar a campanha contra a impunidade. “Estamos convidando todos os ativistas,, movimentos de Direitos Humanos, Sindicatos, todos, para nos unirmos nessa campanha, até o julgamento de 29 de julho. Não podemos permitir que esse crime do governo Roriz fique impune”, afirmou. Na internet, militantes do PSTU de outros estados começaram uma campanha, trocando suas fotos pela de Gildo. Eles devem manter essas fotos durante toda a semana.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Governador-tampão do DF eleito foi membro dos governos Arruda e Roriz
Eleição foi garantida com repressão a manifestantes
No último dia 17 de abril, foi eleito para governar o Distrito Federal até o final do ano Rogério Rosso do PMDB, um ex-membro dos governos de José Roberto Arruda, principal personagem do escândalo de corrupção no DF; e de Joaquim Roriz, ex-governador do DF que renunciou a seu cargo de senador para não ser cassado em outro escândalo de corrupção.
Enquanto isso, do lado de fora, policiais massacravam estudantes que se manifestavam contra as eleições. Aos gritos de “Não reconheço esta eleição, aí dentro só tem ladrão”, estudantes foram duramente reprimidos por policiais militares. Ao todo, pelo menos cinco estudantes foram hospitalizados e quatro foram presos. Contudo, a imprensa falou apenas que dois policiais foram feridos.
Os trabalhadores e estudantes do DF foram impedidos de assistir a eleição da galeria da Câmara Legislativa. Do lado de fora apenas um telão sem áudio, para que não pudessem escutar os discursos.
Tudo isto para garantir que o administrador de Ceilândia no governo Roriz, e presidente da Codeplan no governo Arruda fosse eleito para governar o DF.
Entre os votantes estavam os deputados denunciados na Operação Caixa de Pandora. Entre eles, a deputada Eurides Brito, flagrada nos vídeos colocando dinheiro na bolsa. Ou “ilustre” entre os votantes estava Geraldo Naves, que estava preso até o início da semana acusado de subornar uma das testemunhas do escândalo de corrupção. Ambos votaram no candidato eleito, Rogério Rosso.
O PT e o PCdoB, ao invés de estarem do lado de fora com os manifestantes, estavam no meio dos deputados acusados de corrupção, apresentando candidaturas e alimentando ilusões em uma eleição sem nenhuma legitimidade.
O PSTU vem desde o início participando do Movimento Fora Arruda e toda a Máfia, defendendo a prisão e o confisco dos bens de todos os corruptos, e a antecipação das eleições diretas para governador e deputados distritais. Não reconhecemos a legitimidade do Governo Rosso, que também é parte do esquema de corrupção do DF, nem das eleições indiretas, antidemocráticas. Exigimos que a classe trabalhadora do DF decida quem deve governar, e não a Câmara Legislativa corrupta. Pela anulação das eleições indiretas e convocação de eleições diretas já!
No último dia 17 de abril, foi eleito para governar o Distrito Federal até o final do ano Rogério Rosso do PMDB, um ex-membro dos governos de José Roberto Arruda, principal personagem do escândalo de corrupção no DF; e de Joaquim Roriz, ex-governador do DF que renunciou a seu cargo de senador para não ser cassado em outro escândalo de corrupção.
Enquanto isso, do lado de fora, policiais massacravam estudantes que se manifestavam contra as eleições. Aos gritos de “Não reconheço esta eleição, aí dentro só tem ladrão”, estudantes foram duramente reprimidos por policiais militares. Ao todo, pelo menos cinco estudantes foram hospitalizados e quatro foram presos. Contudo, a imprensa falou apenas que dois policiais foram feridos.
Os trabalhadores e estudantes do DF foram impedidos de assistir a eleição da galeria da Câmara Legislativa. Do lado de fora apenas um telão sem áudio, para que não pudessem escutar os discursos.
Tudo isto para garantir que o administrador de Ceilândia no governo Roriz, e presidente da Codeplan no governo Arruda fosse eleito para governar o DF.
Entre os votantes estavam os deputados denunciados na Operação Caixa de Pandora. Entre eles, a deputada Eurides Brito, flagrada nos vídeos colocando dinheiro na bolsa. Ou “ilustre” entre os votantes estava Geraldo Naves, que estava preso até o início da semana acusado de subornar uma das testemunhas do escândalo de corrupção. Ambos votaram no candidato eleito, Rogério Rosso.
O PT e o PCdoB, ao invés de estarem do lado de fora com os manifestantes, estavam no meio dos deputados acusados de corrupção, apresentando candidaturas e alimentando ilusões em uma eleição sem nenhuma legitimidade.
O PSTU vem desde o início participando do Movimento Fora Arruda e toda a Máfia, defendendo a prisão e o confisco dos bens de todos os corruptos, e a antecipação das eleições diretas para governador e deputados distritais. Não reconhecemos a legitimidade do Governo Rosso, que também é parte do esquema de corrupção do DF, nem das eleições indiretas, antidemocráticas. Exigimos que a classe trabalhadora do DF decida quem deve governar, e não a Câmara Legislativa corrupta. Pela anulação das eleições indiretas e convocação de eleições diretas já!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Manifestação Contra as Eleições Indiretas!
No próximo sábado, 17 de abril, acontecem as eleições indiretas para governador do Distrito Federal. Os deputados distritais elegerão o governador-tampão que governará até dezembro.
Depois de uma enorme crise política envolvendo o governo do Distrito Federal, inclusive a Câmara Legislativa, desemboca numa solução vinda dos próprios acusados de corrupção. Inclusive, um dos que votará para governador estava preso até esta semana, acusado de participar do suborno de uma das testemunhas do escândalo de corrupção.
O "Movimento Fora Arruda e toda a máfia" protocolou uma anticandidatura de escracho dos bonecos Tony Panetone e Bezerra de Ouro para os cargos de governador e vice-governador do DF, respectivamente. Tony é um panetone de papelão que carrega dinheiro na cueca e nas meias. Bezerra é uma vaca dourada com cifrões espalhados pelo corpo.
O primeiro faz alusão à desculpa que Arruda (ex-governador) deu para justificar o recebimento do dinheiro, dizendo que era para compra de panetones. E a bezerra se refere a um escandalo de corrupção protagonizado por outro ex-governador, Joaquim Roriz, que afirma ter pago cerca de R$ 2 milhões por uma bezerra.
O PSTU está convocando, junto ao "Movimento Fora Arruda e Toda a Máfia", uma vigília a partir desta sexta-feira, e um ato no sábado, com concentração desde a parte da manhã, para a votação que se iniciará ás 15h. É importante a presença de todos que não concordam com a eleição indireta para governador, pois uma câmara que está envolvida até o pescoço neste escandalo não pode escolher o próximo governante do DF.
Nós do PSTU defendemos, ainda, a antecipação das eleições de outubro para já, para que os trabalhadores e a juventude do DF tenham a oportunidade de votar e, pelo menos, escolher o governador e os deputados distritais que substituirão os atuais corruptos.
*MANIFESTAÇÃO CONTRA A ELEIÇÃO INDIRETA!*
· Dia 17/04 (sábado), a partir das 08h00 da manhã.
· Em frente a Câmara Legislativa do DF ( no final da Asa Norte).
Com vigília no mesmo local, dia 16/04 (sexta) às 20h00.
Não podemos aceitar mais uma farsa da Câmara mais corrupta do Brasil!
Contamos com a presença de todos/as. Essa luta também é sua!
Depois de uma enorme crise política envolvendo o governo do Distrito Federal, inclusive a Câmara Legislativa, desemboca numa solução vinda dos próprios acusados de corrupção. Inclusive, um dos que votará para governador estava preso até esta semana, acusado de participar do suborno de uma das testemunhas do escândalo de corrupção.
O "Movimento Fora Arruda e toda a máfia" protocolou uma anticandidatura de escracho dos bonecos Tony Panetone e Bezerra de Ouro para os cargos de governador e vice-governador do DF, respectivamente. Tony é um panetone de papelão que carrega dinheiro na cueca e nas meias. Bezerra é uma vaca dourada com cifrões espalhados pelo corpo.
O primeiro faz alusão à desculpa que Arruda (ex-governador) deu para justificar o recebimento do dinheiro, dizendo que era para compra de panetones. E a bezerra se refere a um escandalo de corrupção protagonizado por outro ex-governador, Joaquim Roriz, que afirma ter pago cerca de R$ 2 milhões por uma bezerra.
O PSTU está convocando, junto ao "Movimento Fora Arruda e Toda a Máfia", uma vigília a partir desta sexta-feira, e um ato no sábado, com concentração desde a parte da manhã, para a votação que se iniciará ás 15h. É importante a presença de todos que não concordam com a eleição indireta para governador, pois uma câmara que está envolvida até o pescoço neste escandalo não pode escolher o próximo governante do DF.
Nós do PSTU defendemos, ainda, a antecipação das eleições de outubro para já, para que os trabalhadores e a juventude do DF tenham a oportunidade de votar e, pelo menos, escolher o governador e os deputados distritais que substituirão os atuais corruptos.
*MANIFESTAÇÃO CONTRA A ELEIÇÃO INDIRETA!*
· Dia 17/04 (sábado), a partir das 08h00 da manhã.
· Em frente a Câmara Legislativa do DF ( no final da Asa Norte).
Com vigília no mesmo local, dia 16/04 (sexta) às 20h00.
Não podemos aceitar mais uma farsa da Câmara mais corrupta do Brasil!
Contamos com a presença de todos/as. Essa luta também é sua!
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Manifestantes lançam a candidatura de Tony Panetone e Bezerra Dourada para dizerem não às eleições indiretas
Eleição indireta ocorre nesta quarta, dia 17, em Brasília, e acoberta acordo após a prisão de Arruda
Lucas Brito, de Brasília (DF)
Depois da prisão e cassação do governador José Roberto Arruda (DEM) e a renúncia de seu vice Paulo Octávio (DEM), a câmara forjou uma proposta de encerramento da crise política e “restabelecimento da ordem”. A proposta é que os novos ocupantes das cadeiras do governo sejam escolhidos de forma antidemocrática através de eleições indiretas, organizada pela mesma câmara que antes foi conhecida pelas denúncias de corrupção envolvendo 12 deputados de um total de 24, e que assou uma grande pizza abrindo processos de punição para, somente, três envolvidos. A impunidade se deu fruto de um grande acordão entre os partidos envolvidos e foi comandada pela comissão de ética da câmara legislativa, presidida pela deputada Érika Kokay (PT).
Nesta última quarta-feira (07/04) o movimento Fora Arruda e toda a Máfia e os grupos políticos que o compõem organizaram o lançamento da candidatura dos bonecos Tony Panetone e Bezerra de Ouro para os cargos de governador e vice-governador do DF, respectivamente. Tony é um panetone de papelão que carrega dinheiro na cueca e nas meias. Bezerra é uma vaca dourada com cifrões espalhados pelo corpo. Tony Panetone faz alusão ao dinheiro recebido por Arruda no esquema do mensalão. À época, o ex-governador declarou que o dinheiro seria utilizado para doação de panetones.
Já o Bezerra Dourada critica o valor superfaturado de uma bezerra que o então senador do PMDB Joaquim Roriz teria pago, após um empréstimo de origem suspeita de R$ 2,2 milhões. Desse valor, R$ 300 mil seriam para o pagamento pela bezerra. O ato nada mais é que uma resposta à farsa dessas eleições. O movimento que ocupou a Câmara Legislativa foi duramente reprimido em ato no palácio do governo e teve a vitória do movimento concretizada na lutas, hoje diz que não pode aceitar que essa câmara corrupta escolha quem irá governar até o final do ano.
O ato contou com o grande ar da ironia, mas que na verdade é o que há de mais sério diante do plano absurdo de retirada, das mãos dos trabalhadores e trabalhadoras do DF, o direito de escolher os seus governantes.
Apenas começamos e a luta continua!
O ato, diz o movimento, é o primeiro de outros que virão em combate às eleições indiretas e às tentativas de fechar essa crise com o grande manto da impunidade, como já vimos acontecer outras vezes no cenário político brasileiro. O movimento promete voltar às ruas com um calendário que se estenderá para a próxima semana e culminará em um grande ato contra as eleições indiretas no próximo dia 17/04, data marcada para se realizar, na câmara legislativa, a eleição indireta.
A Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre (ANEL) participou desse ato, assim como de todos os anteriores, desde a explosão dos escândalos. Militantes da entidade declaram a importância de, nesse momento, os lutadores e as lutadoras do DF se levantarem para dizer não às eleições indiretas e defenderem que os rumos do governo sejam decididos pelos trabalhadores e trabalhadoras de forma mais democrática. É preciso que o movimento siga em frente até que todos os escândalos sejam investigados e todos os envolvidos sejam punidos, além de a política implantada pelo antigo governo, derrubado pelas mobilizações, seja questionada de fundo, pois é chagada a hora da classe trabalhadora pensar na construção de um governo feito por trabalhadores e para trabalhadores, coisa que já está mais que comprovada que nesse sistema não é possível. Esse não é o primeiro mensalão na história da política brasileira e os trabalhadores e a juventude devem se mobilizar para combater a corrupção. Nem o mensalão do PT, nem o mensalão do DEM. A luta deve continuar e vamos contra às eleições indiretas!
Lucas Brito, de Brasília (DF)
Depois da prisão e cassação do governador José Roberto Arruda (DEM) e a renúncia de seu vice Paulo Octávio (DEM), a câmara forjou uma proposta de encerramento da crise política e “restabelecimento da ordem”. A proposta é que os novos ocupantes das cadeiras do governo sejam escolhidos de forma antidemocrática através de eleições indiretas, organizada pela mesma câmara que antes foi conhecida pelas denúncias de corrupção envolvendo 12 deputados de um total de 24, e que assou uma grande pizza abrindo processos de punição para, somente, três envolvidos. A impunidade se deu fruto de um grande acordão entre os partidos envolvidos e foi comandada pela comissão de ética da câmara legislativa, presidida pela deputada Érika Kokay (PT).
Nesta última quarta-feira (07/04) o movimento Fora Arruda e toda a Máfia e os grupos políticos que o compõem organizaram o lançamento da candidatura dos bonecos Tony Panetone e Bezerra de Ouro para os cargos de governador e vice-governador do DF, respectivamente. Tony é um panetone de papelão que carrega dinheiro na cueca e nas meias. Bezerra é uma vaca dourada com cifrões espalhados pelo corpo. Tony Panetone faz alusão ao dinheiro recebido por Arruda no esquema do mensalão. À época, o ex-governador declarou que o dinheiro seria utilizado para doação de panetones.
Já o Bezerra Dourada critica o valor superfaturado de uma bezerra que o então senador do PMDB Joaquim Roriz teria pago, após um empréstimo de origem suspeita de R$ 2,2 milhões. Desse valor, R$ 300 mil seriam para o pagamento pela bezerra. O ato nada mais é que uma resposta à farsa dessas eleições. O movimento que ocupou a Câmara Legislativa foi duramente reprimido em ato no palácio do governo e teve a vitória do movimento concretizada na lutas, hoje diz que não pode aceitar que essa câmara corrupta escolha quem irá governar até o final do ano.
O ato contou com o grande ar da ironia, mas que na verdade é o que há de mais sério diante do plano absurdo de retirada, das mãos dos trabalhadores e trabalhadoras do DF, o direito de escolher os seus governantes.
Apenas começamos e a luta continua!
O ato, diz o movimento, é o primeiro de outros que virão em combate às eleições indiretas e às tentativas de fechar essa crise com o grande manto da impunidade, como já vimos acontecer outras vezes no cenário político brasileiro. O movimento promete voltar às ruas com um calendário que se estenderá para a próxima semana e culminará em um grande ato contra as eleições indiretas no próximo dia 17/04, data marcada para se realizar, na câmara legislativa, a eleição indireta.
A Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre (ANEL) participou desse ato, assim como de todos os anteriores, desde a explosão dos escândalos. Militantes da entidade declaram a importância de, nesse momento, os lutadores e as lutadoras do DF se levantarem para dizer não às eleições indiretas e defenderem que os rumos do governo sejam decididos pelos trabalhadores e trabalhadoras de forma mais democrática. É preciso que o movimento siga em frente até que todos os escândalos sejam investigados e todos os envolvidos sejam punidos, além de a política implantada pelo antigo governo, derrubado pelas mobilizações, seja questionada de fundo, pois é chagada a hora da classe trabalhadora pensar na construção de um governo feito por trabalhadores e para trabalhadores, coisa que já está mais que comprovada que nesse sistema não é possível. Esse não é o primeiro mensalão na história da política brasileira e os trabalhadores e a juventude devem se mobilizar para combater a corrupção. Nem o mensalão do PT, nem o mensalão do DEM. A luta deve continuar e vamos contra às eleições indiretas!
terça-feira, 30 de março de 2010
Trabalhadores do DF não podem aceitar eleições indiretas
Pela antecipação das eleições diretas já! Abaixo à eleição indireta! Abaixo a intervenção federal!
A Câmara Legislativa aprovou a convocação de eleições indiretas para o cargo de governador. A mesma Câmara que aprovou a pizza para os envolvidos no esquema do mensalão, que não foi capaz de fazer o impeachment de Arruda nem de Paulo Octávio, em que boa parte de seus integrantes estão envolvidos no escândalo. Esta Câmara é que está com a responsabilidade de escolher o próximo governante do DF.
Os trabalhadores e a juventude do DF não podem aceitar a Câmara Legislativa governar, legislar ou julgar a si mesma. Dos 24 deputados que a compõem 19 fazem parte da base do governo corrupto de Arruda-PO, e nada menos que 12 deputados e 14 suplentes estão na lista dos investigados pelo STJ, pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.
A Comissão de Ética da CLDF, presidida pela deputada Érika Kokay (PT), decretou a impunidade para todos eles, onde foi votado por unanimidade a não abertura de processos contra os deputados e suplentes sob suspeita de corrupção, exceto os três que foram flagrados em vídeos. O próprio presidente da Câmara Legislativa, deputado Cabo Patrício (PT), está sob suspeita, por ter apresentado projeto de lei que beneficiava diretamente as empresas da família de Leonardo Prudente.
Não podemos aceitar que os mesmos deputados que participaram dos governos corruptos de Arruda e Roriz e agora assam a pizza para eles mesmos tenham o poder de eleger indiretamente o próximo governador do DF.
O nosso direito democrático de votar de 4 em 4 anos já é um poder pequeno e limitado, e na mais grave crise política da cidade, esse direito nos é tirado. Chega de os envolvidos encontrarem soluções para a crise. Já sabemos que o resultado é a pizza! A intervenção federal também só serviria para desviar a atenção dos trabalhadores e da juventude da impunidade à corrupção.
As eleições diretas são ainda o método mais democrático para que a população escolha seus governantes. Por isso exigimos a antecipação das eleições diretas já!
Fazemos um chamado a todos os movimentos sociais e partidos a não apoiarem as eleições indiretas ou a intervenção federal. Nenhuma dessas saídas contempla as reivindicações do movimento que vem lutando bravamente para exigir a punição dos envolvidos.
Apenas a mobilização dos trabalhadores e da juventude pode conseguir a punição de todos os envolvidos, prisão e confisco dos bens. E para garantir saúde e educação de qualidade para todos, pleno emprego, é preciso construir um governo socialista dos trabalhadores, para que a riqueza produzida pelo nosso trabalho cotidiano, seja utilizada para oferecer os serviços públicos e não para enriquecer os patrões e seus representantes nos governos.
A Câmara Legislativa aprovou a convocação de eleições indiretas para o cargo de governador. A mesma Câmara que aprovou a pizza para os envolvidos no esquema do mensalão, que não foi capaz de fazer o impeachment de Arruda nem de Paulo Octávio, em que boa parte de seus integrantes estão envolvidos no escândalo. Esta Câmara é que está com a responsabilidade de escolher o próximo governante do DF.
Os trabalhadores e a juventude do DF não podem aceitar a Câmara Legislativa governar, legislar ou julgar a si mesma. Dos 24 deputados que a compõem 19 fazem parte da base do governo corrupto de Arruda-PO, e nada menos que 12 deputados e 14 suplentes estão na lista dos investigados pelo STJ, pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.
A Comissão de Ética da CLDF, presidida pela deputada Érika Kokay (PT), decretou a impunidade para todos eles, onde foi votado por unanimidade a não abertura de processos contra os deputados e suplentes sob suspeita de corrupção, exceto os três que foram flagrados em vídeos. O próprio presidente da Câmara Legislativa, deputado Cabo Patrício (PT), está sob suspeita, por ter apresentado projeto de lei que beneficiava diretamente as empresas da família de Leonardo Prudente.
Não podemos aceitar que os mesmos deputados que participaram dos governos corruptos de Arruda e Roriz e agora assam a pizza para eles mesmos tenham o poder de eleger indiretamente o próximo governador do DF.
O nosso direito democrático de votar de 4 em 4 anos já é um poder pequeno e limitado, e na mais grave crise política da cidade, esse direito nos é tirado. Chega de os envolvidos encontrarem soluções para a crise. Já sabemos que o resultado é a pizza! A intervenção federal também só serviria para desviar a atenção dos trabalhadores e da juventude da impunidade à corrupção.
As eleições diretas são ainda o método mais democrático para que a população escolha seus governantes. Por isso exigimos a antecipação das eleições diretas já!
Fazemos um chamado a todos os movimentos sociais e partidos a não apoiarem as eleições indiretas ou a intervenção federal. Nenhuma dessas saídas contempla as reivindicações do movimento que vem lutando bravamente para exigir a punição dos envolvidos.
Apenas a mobilização dos trabalhadores e da juventude pode conseguir a punição de todos os envolvidos, prisão e confisco dos bens. E para garantir saúde e educação de qualidade para todos, pleno emprego, é preciso construir um governo socialista dos trabalhadores, para que a riqueza produzida pelo nosso trabalho cotidiano, seja utilizada para oferecer os serviços públicos e não para enriquecer os patrões e seus representantes nos governos.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Lançamento das pré-candidaturas do pstu

Na noite desta terça-feira, 16, cerca de 100 pessoas se reuniram em Brasília para o lançamento das pré-candidaturas do PSTU à presidência da República e ao governo do Distrito Federal
O lançamento ocorreu no auditório do Sindicato dos Metroviários. A categoria está em greve e campanha salarial desde o dia 15.
Representantes do PSOL e do MTST saudaram o ato. A oposição do sindicato Metabase Carajás (trabalhadores da Vale) também falaram. Eles estavam em Brasília para audiências contra a demissão de lesionados.
Além desses, estiveram presentes membros da chapa 3 – Bancário, é hora de mudar –, que estão disputando a diretoria do sindicato de Brasília contra a burocracia da CUT e do PT; estudantes que estão em luta no Movimento “Fora Arruda e Toda a Máfia”; funcionários dos Correios, em luta contra a privatização da empresa; professores e funcionários da UnB em greve pela manutenção da gratificação de 26% dos salários que está sendo cortada pelo governo Lula; professores da rede pública distrital, em campanha salarial; servidores públicos federais, entre outros trabalhadores.
O pré-candidato ao governo no DF, Rodrigo Dantas, professor de filosofia da UnB, ressaltou que os escândalos de corrupção em Brasília não são um problema local, mas estão profundamente ligados ao modelo de Estado brasileiro. Rodrigo também falou dos problemas que sofre a população do DF, como a péssima qualidade do transporte público: “Só será possível ter um transporte público de qualidade, que chegue a todos os lugares, com ônibus toda hora se estatizarmos as empresas de transporte, para que este serviço público deixe de estar voltado para o lucro dos empresários e passe a priorizar as necessidades dos trabalhadores. Também é preciso implementar a tarifa social a preço de custo, e o passe livre ilimitado para estudantes e desempregados”.
Em seguida, Zé Maria, pré-candidato à presidência da República falou sobre as grandes tarefas que a classe trabalhadora terá em 2010. Entre elas, apresentar uma alternativa aos candidatos do PT e do PSDB. Disse que apesar da grande popularidade do Lula, na verdade seu governo foi voltado para o lucro dos banqueiros e dos empresários, e que as medidas voltadas à população foram insignificantes perto do ganho que tiveram os ricos durante seu governo.
“O Lula falou que o PSTU não ganharia as eleições, e que se ganhasse não governaria. Pois fazer aliança com os empresários e abandonar a defesa dos trabalhadores para governar, realmente nós não queremos. E queremos dizer que apenas rompendo com eles e priorizando as necessidades dos trabalhadores é que podemos ter saúde e educação pública e de qualidade para todos, trabalho para todos”, disse. Falou, ainda, que o grande prejuízo que os trabalhadores tiveram com o governo Lula foi ele ter convencido de que não é possível lutar pelo socialismo, que a aliança entre as classes é a única saída.
Zé Maria também falou sobre a importância e a necessidade da Frente Classista e Socialista e sobre as dificuldades para que ela se forme para estas eleições. Destacou que não há nenhuma garantia da direção nacional do PSOL sobre o não-financiamento de empresários à campanha. Para ele, a aliança não pode ser com algumas correntes e sim com o PSOL inteiro.
O pré-candidato não concorda que é preciso ser menos radical no discurso em busca de mais votos. O caminho de rebaixar o discurso em busca de votos foi o mesmo que o PT percorreu, e o resultado já é conhecido: em nome da governabilidade, são priorizados os interesses dos empresários e não dos trabalhadores.
A fala de Zé Maria foi interrompida quando chegou a notícia da cassação do governador corrupto José Roberto Arruda (ex-DEM). A notícia foi muito comemorada pelos convidados que gritaram: “Arruda na Papuda, PO [Paulo Otávio] no xilindró!”.
Também foram apresentados os demais pré-candidatos: Robson para Senador, professor da rede pública; Jacó para Deputado Federal, carteiro; e Guillen para Deputado Distrital, também professor da rede pública. Em seguida, foi feito o convite a que todos deixassem seus contatos para que organizássemos seminários para debater e construir coletivamente o programa dos candidatos.
Ao final, um militante do PSTU que tem um grupo de chorinho fez uma apresentação para os convidados, enquanto as pessoas bebiam, comiam e conversavam sobre as propostas e os próximos passos das lutas e das eleições.
Todo o evento foi construído assim, com a colaboração e o trabalho voluntário de todos os militantes, alguns que chegaram mais cedo para decorar o local, outros fizeram as compras, alguns ofereceram e venderam o jornal Opinião Socialista para os presentes, outros ficaram no bar vendendo as bebidas. O clima foi de muita alegria.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Arruda, antes e depois da posse...
Arruda
ANTES DA POSSE
Nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
(LEIA DE BAIXO PRA CIMA linha a linha) .
Arruda
ANTES DA POSSE
Nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
(LEIA DE BAIXO PRA CIMA linha a linha) .
Arruda
segunda-feira, 8 de março de 2010
Cidadão de Brasília
Um cidadão de Brasília morreu e foi para o céu. Enquanto estava em frente a São Pedro nos Portões Celestiais, viu uma enorme parede com relógios atrás dele. Ele perguntou: - O que são todos aqueles relógios?
São Pedro respondeu:
- São Relógios da Mentira. Todo mundo na Terra tem um Relógio da Mentira. Cada vez que você mente os ponteiros se movem mais rápido. - Oh!! - exclamou o cidadão
- De quem é aquele relógio ali?
- É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.
- E aquele, é de quem? - É o de Abraham Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida. - E o Relógio do Arruda, também está aqui?
- Ah! O do Arruda está na minha sala.
- Ué - espantou-se o cidadão. Por quê?
E São Pedro, rindo, respondeu:
- ESTOU USANDO COMO VENTILADOR DE TETO.
São Pedro respondeu:
- São Relógios da Mentira. Todo mundo na Terra tem um Relógio da Mentira. Cada vez que você mente os ponteiros se movem mais rápido. - Oh!! - exclamou o cidadão
- De quem é aquele relógio ali?
- É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.
- E aquele, é de quem? - É o de Abraham Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida. - E o Relógio do Arruda, também está aqui?
- Ah! O do Arruda está na minha sala.
- Ué - espantou-se o cidadão. Por quê?
E São Pedro, rindo, respondeu:
- ESTOU USANDO COMO VENTILADOR DE TETO.
quinta-feira, 4 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Fora todos os Corruptos! Não à Intervenção Federal no DF! Antecipação das Eleições!
Depois da prisão e do afastamento do governador Arruda (DEM), veio a renúncia do vice-governador Paulo Octávio (DEM), mega-empresário da construção civil. Nossa luta pelo Fora Arruda, PO, Roriz e todos os corruptos vem sendo vitoriosa, mas não pára por aqui. Sabemos que o crime organizado governa o DF há muitos anos e que tudo o que até aqui veio a público é apenas uma pequena parte do grande esquema de corrupção instalado há décadas no Distrito Federal.
Por isso, exigimos o afastamento, a prisão e o arresto dos bens do governador e do vice-governador, de todos os secretários de governo, empresários, políticos-empresários e parlamentares envolvidos com o esquema de corrupção, assim como a expropriação de todas as empresas envolvidas. Exigimos que todos os vídeos e investigações judiciais sobre a quadrilha que há anos saqueia o DF sejam tornados públicos: a população tem o direito de saber quem são os envolvidos e conhecer os desmandos praticados em toda sua extensão. Exigimos que as investigações prossigam até suas últimas consequências e se estendam ao governo Roriz, onde tudo começou, até que possamos ter conhecimento de tudo o que se passou, até que todos os envolvidos sejam devidamente afastados e presos. Exigimos ainda que todos os condenados e os que se acham sob investigação por prática de corrupção sejam preventivamente excluídos do processo eleitoral.
O presidente da Câmara Legislativa e governador em exercício do DF, dep. Wilson Lima (PR), integrante da base arrudista e ex-secretário de Roriz, não tem condições morais, políticas ou jurídicas para governar. A Câmara Legislativa, envolvida até o pescoço na corrupção, não tem qualquer autoridade moral ou política para governar, legislar ou julgar a si mesma. Toda a linha sucessória do DF está comprometida com a corrupção institucionalizada na capital da república.
Por isso, a Procuradoria Geral da República solicitou ao STF a intervenção federal no GDF, sob alegação de “falência total das instituições”. Caso ela seja aprovada, o presidente Lula indicará um interventor que governará o DF até o final do ano. Ou seja, a intervenção federal significa que quem vai substituir o “pessoal do mensalão do DEM” é o “pessoal do mensalão do PT”. Trata-se de uma saída autoritária, que coloca nas mãos de um mandatário que não foi eleito o poder para governar o DF no momento da maior crise institucional de sua história.
Diante disso, o PSTU defende a saída mais democrática que pode haver neste momento: a antecipação imediata das eleições, para que o povo do DF decida quem governa. E nas eleições, chamamos a todos a virem construir conosco uma alternativa socialista para os trabalhadores e a juventude. Só com candidaturas comprometidas com a luta dos trabalhadores poderemos construir um governo democrático para o DF, um governo que defenda os interesses de quem trabalha e produz toda a riqueza da nossa cidade.
PSTU
Brasília, 24 de fevereiro de 2010
Por isso, exigimos o afastamento, a prisão e o arresto dos bens do governador e do vice-governador, de todos os secretários de governo, empresários, políticos-empresários e parlamentares envolvidos com o esquema de corrupção, assim como a expropriação de todas as empresas envolvidas. Exigimos que todos os vídeos e investigações judiciais sobre a quadrilha que há anos saqueia o DF sejam tornados públicos: a população tem o direito de saber quem são os envolvidos e conhecer os desmandos praticados em toda sua extensão. Exigimos que as investigações prossigam até suas últimas consequências e se estendam ao governo Roriz, onde tudo começou, até que possamos ter conhecimento de tudo o que se passou, até que todos os envolvidos sejam devidamente afastados e presos. Exigimos ainda que todos os condenados e os que se acham sob investigação por prática de corrupção sejam preventivamente excluídos do processo eleitoral.
O presidente da Câmara Legislativa e governador em exercício do DF, dep. Wilson Lima (PR), integrante da base arrudista e ex-secretário de Roriz, não tem condições morais, políticas ou jurídicas para governar. A Câmara Legislativa, envolvida até o pescoço na corrupção, não tem qualquer autoridade moral ou política para governar, legislar ou julgar a si mesma. Toda a linha sucessória do DF está comprometida com a corrupção institucionalizada na capital da república.
Por isso, a Procuradoria Geral da República solicitou ao STF a intervenção federal no GDF, sob alegação de “falência total das instituições”. Caso ela seja aprovada, o presidente Lula indicará um interventor que governará o DF até o final do ano. Ou seja, a intervenção federal significa que quem vai substituir o “pessoal do mensalão do DEM” é o “pessoal do mensalão do PT”. Trata-se de uma saída autoritária, que coloca nas mãos de um mandatário que não foi eleito o poder para governar o DF no momento da maior crise institucional de sua história.
Diante disso, o PSTU defende a saída mais democrática que pode haver neste momento: a antecipação imediata das eleições, para que o povo do DF decida quem governa. E nas eleições, chamamos a todos a virem construir conosco uma alternativa socialista para os trabalhadores e a juventude. Só com candidaturas comprometidas com a luta dos trabalhadores poderemos construir um governo democrático para o DF, um governo que defenda os interesses de quem trabalha e produz toda a riqueza da nossa cidade.
PSTU
Brasília, 24 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Fora Arruda, P.O. e todos os corruptos!
A prisão e o afastamento de Arruda do governo do DF é uma primeira vitória na luta dos estudantes, dos trabalhadores e de todo o povo do Distrito Federal contra o vasto esquema de corrupção que há muitos anos tomou conta da capital do país.
Mas nossa luta não para por aí. Sabemos que o crime organizado governa o DF há muitos anos e que tudo o que até aqui veio a público é apenas uma pequena parte do vasto esquema de corrupção que domina o Distrito Federal. Exigimos o afastamento e a prisão do vice-governador Paulo Octávio, de todos os secretários de governo, empresários, políticos-empresários e parlamentares envolvidos com o esquema de corrupção. Exigimos que todos os vídeos e todas as investigações judiciais sobre a quadrilha que há anos saqueia o DF sejam tornados públicos: a população tem o direito de saber quem são os envolvidos e conhecer os desmandos praticados em toda sua extensão. Exigimos que as investigações prossigam até suas últimas consequências e se estendam ao governo Roriz, onde tudo começou, até que possamos ter conhecimento de tudo o que se passou, até que todos os envolvidos sejam devidamente afastados e presos. Exigimos ainda que os bens de todos os corruptos sejam expropriados para ressarcir os cofres públicos. Que todos os que se acham sob investigação sejam preventivamente excluídos do processo eleitoral. E que sejam imediatamente convocadas eleições gerais no Distrito Federal.
Chamamos a população do DF a organizar comitês Fora Arruda, PO, Roriz e todos os corruptos em todos os locais de estudo, trabalho e moradia, sair às ruas e massificar o movimento contra a corrupção até que todos os corruptos sejam afastados e presos e tenham seus bens arrestados. Vamos organizar manifestações de rua, paralisações e greves até que nossos objetivos sejam atingidos. Só a organização consciente e a luta da população pode nos levar a vitória!
O mensalão do PT e de sua base aliada, do PSDB e agora do DEM e os seguidos casos de corrupção demonstram que o regime político burguês está apodrecido até a medula. A história demonstra que não há nem pode haver capitalismo sem corrupção. Que não há nem pode haver governo dos patrões e dos políticos-empresários que sirva para outro propósito senão saquear o Estado para seu próprio enriquecimento. Só um governo socialista dos trabalhadores para os trabalhadores, apoiado na organização e na luta consciente do povo, pode colocar o dinheiro de nossos impostos e a imensa riqueza produzida por nosso trabalho a serviço das necessidades e direitos mais elementares das pessoas!
Mas nossa luta não para por aí. Sabemos que o crime organizado governa o DF há muitos anos e que tudo o que até aqui veio a público é apenas uma pequena parte do vasto esquema de corrupção que domina o Distrito Federal. Exigimos o afastamento e a prisão do vice-governador Paulo Octávio, de todos os secretários de governo, empresários, políticos-empresários e parlamentares envolvidos com o esquema de corrupção. Exigimos que todos os vídeos e todas as investigações judiciais sobre a quadrilha que há anos saqueia o DF sejam tornados públicos: a população tem o direito de saber quem são os envolvidos e conhecer os desmandos praticados em toda sua extensão. Exigimos que as investigações prossigam até suas últimas consequências e se estendam ao governo Roriz, onde tudo começou, até que possamos ter conhecimento de tudo o que se passou, até que todos os envolvidos sejam devidamente afastados e presos. Exigimos ainda que os bens de todos os corruptos sejam expropriados para ressarcir os cofres públicos. Que todos os que se acham sob investigação sejam preventivamente excluídos do processo eleitoral. E que sejam imediatamente convocadas eleições gerais no Distrito Federal.
Chamamos a população do DF a organizar comitês Fora Arruda, PO, Roriz e todos os corruptos em todos os locais de estudo, trabalho e moradia, sair às ruas e massificar o movimento contra a corrupção até que todos os corruptos sejam afastados e presos e tenham seus bens arrestados. Vamos organizar manifestações de rua, paralisações e greves até que nossos objetivos sejam atingidos. Só a organização consciente e a luta da população pode nos levar a vitória!
O mensalão do PT e de sua base aliada, do PSDB e agora do DEM e os seguidos casos de corrupção demonstram que o regime político burguês está apodrecido até a medula. A história demonstra que não há nem pode haver capitalismo sem corrupção. Que não há nem pode haver governo dos patrões e dos políticos-empresários que sirva para outro propósito senão saquear o Estado para seu próprio enriquecimento. Só um governo socialista dos trabalhadores para os trabalhadores, apoiado na organização e na luta consciente do povo, pode colocar o dinheiro de nossos impostos e a imensa riqueza produzida por nosso trabalho a serviço das necessidades e direitos mais elementares das pessoas!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Carnaval FORA ARRUDA
SÁBADO - MAMÃE TAGUÁ
Concentração às 17h na CNB 14 em Taguatinga
DOMINGO - PACOTÃO
Concentração às 11h na CLN 303 na Asa Norte
SEGUNDA-FEIRA - GALINHO
Concentração às 15h no SBS ao lado da Caixa
TERÇA-FEIRA - PACOTÃO
Concentração às 11h na CLN 303 na Asa Norte
PARTICIPE!
Participe também da plenária estudantil!
Dia 25/02
ás 15h
no auditório do SINDMETRÔ
CONIC - Ed. Venâncio V - Cobertura
Concentração às 17h na CNB 14 em Taguatinga
DOMINGO - PACOTÃO
Concentração às 11h na CLN 303 na Asa Norte
SEGUNDA-FEIRA - GALINHO
Concentração às 15h no SBS ao lado da Caixa
TERÇA-FEIRA - PACOTÃO
Concentração às 11h na CLN 303 na Asa Norte
PARTICIPE!
Participe também da plenária estudantil!
Dia 25/02
ás 15h
no auditório do SINDMETRÔ
CONIC - Ed. Venâncio V - Cobertura
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Movimento Fora Arruda Lança Bloco de Carnaval
No último domingo, dia 07 de fevereiro, os trabalhadores e estudantes de Brasília lançaram o Bloco de Carnaval do FORA ARRUDA.
Cerca de mil pessoas se reuniram no eixão sul para manifestar, com humor, pela saída do governador, do vice-governador, e de todos os deputados envolvidos no escândalo de corrupção. Ao longo da passeata, as famílias que vão ao local caminhar no final de semana foram aderindo a manifestação.
Os manifestantes-foliões desfilaram pela rua cantando “Eu mato, eu mato quem roubar minha cueca para financiar mandato” e “Arruda, cai fora, só tem bandido nessa caixa de pandora” ou "Fica Arruda, com sua turma na Papuda".
Um dos manifestantes estava vestido de Darth Vader, o vilão de Guerra nas Estrelas, com uma mensagem chamando o Arruda a largar o GDF e ir com ele dominar a galáxia. Uma senhora estava vestida e equipada com uma cruz para exorcizar o GDF de seus males. Os manifestantes colocaram dinheiro na meia, ou na roupa, em alusão aos vídeos divulgados.
Já ficou marcado para o próximo domingo, dia 14 de fevereiro, novamente o desfile do Bloco de carnaval FORA ARRUDA.
Cerca de mil pessoas se reuniram no eixão sul para manifestar, com humor, pela saída do governador, do vice-governador, e de todos os deputados envolvidos no escândalo de corrupção. Ao longo da passeata, as famílias que vão ao local caminhar no final de semana foram aderindo a manifestação.
Os manifestantes-foliões desfilaram pela rua cantando “Eu mato, eu mato quem roubar minha cueca para financiar mandato” e “Arruda, cai fora, só tem bandido nessa caixa de pandora” ou "Fica Arruda, com sua turma na Papuda".
Um dos manifestantes estava vestido de Darth Vader, o vilão de Guerra nas Estrelas, com uma mensagem chamando o Arruda a largar o GDF e ir com ele dominar a galáxia. Uma senhora estava vestida e equipada com uma cruz para exorcizar o GDF de seus males. Os manifestantes colocaram dinheiro na meia, ou na roupa, em alusão aos vídeos divulgados.
Já ficou marcado para o próximo domingo, dia 14 de fevereiro, novamente o desfile do Bloco de carnaval FORA ARRUDA.
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